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UMA HOMENAGEM ESPECIAL A DONA ANTÔNIA, MÃE DA JORNALISTA DALVA LEMOS

A CARAS & NOMES In Blog não poderia deixar de prestar homenagens a todas as mulheres do país.

Dalva Lemos ao lado da mãe, Antônia, mulher de fibra que enfrentou os desafios acerca de seu tempo para proporcionar educação aos filhos e os ensinou a trilhar o caminho das boas ações.

Dalva Lemos ao lado da mãe, Dona Antônia, mulher de fibra que enfrentou os desafios acerca de seu tempo para proporcionar educação aos filhos e os ensinou a trilhar o caminho das boas ações.

A Jornalista e Diretora geral da Revista CARAS & NOMES, Dalva Lemos, que em sua trajetória de lutas ultrapassou barreiras e transpôs obstáculos se tornando um nome conhecido no estado inteiro. Hoje conta sua história com sorriso no rosto e alegria de quem ainda tem muito a compartilhar.  Ao lado das filhas, a publicitária Rafaela Lemos que reúne qualidades de mulher vitoriosa, com sua dedicação por tudo aquilo que faz. Detentora de qualidades como a solidariedade e o respeito ao próximo a bela tem um jeito todo especial de deixar sua marca em nossos corações. Ao seu lado também a advogada Dra. Luana Lemos Wise, de carisma incontestável e de uma determinação indiscutível, a bela se divide em suas tarefas de filha, esposa, mãe, além de ser uma das diretoras da Revista CARAS E NOMES.

 

Dalva Lemos ao lado das Filhas Rafaela e Luana Lemos

Dalva Lemos ao lado das Filhas Rafaela e Luana Lemos

A elegância da Diretora Geral da Revista Caras e Nomes Dalva Lemos

Dalva Lemos Diretora Geral da Revista Caras e Nomes

 

Helena Silva a primeira dama da assembléia de Deus de Palmas-To, irmã da Jornalista Dalva Lemos

A bancária Júnia Silva irmã da Jornalista Dalva Lemos

Campanha ‘Pense rosa’

Com o objetivo de promover a conscientização sobre câncer de mama e sobre a importância da realização da mamografia, chega, ao Maranhão, a campanha “Pense rosa”, iniciativa da empresária e fundadora da ONG Orientavida, Celeste Chad, e da empresária Patrícia Figueiredo. A campanha foi idealizada em 2009 e faz parte do movimento mundial “Outubro rosa”, surgida na Califórnia (Estados Unidos), em 1997. O lançamento, no Maranhão, ocorre nesta segunda-feira (26), às 19h, no Pestana São Luís Resort Hotel, no Calhau. O evento é aberto ao público.

No Estado, a iniciativa tem como coordenadora a juíza federal Andréia Sarney Moruzzi, conta com a produção e apoio local de Rafaela Albuquerque e Raphael Saldanha e apoio do governo federal e Banco do Brasil. “O objetivo é a gente mobilizar e conscientizar as mulheres acima de 40 anos sobre a importância da realização da mamografia anual, para a detecção precoce do câncer de mama. A campanha faz parte de um movimento mundial de combate ao câncer de mama. A ideia é mobilizar a sociedade civil, órgãos públicos e empresários para perceber que o câncer de mama, hoje, é a segunda causa de morte feminina. Entre os cânceres, é a primeira causa de morte entre as mulheres”, empresária Patrícia Figueiredo.

Entre as ações previstas, está a realização de mutirões de mamografia, acompanhamento de mulheres e caminhadas. O exame é a principal estratégia para diagnóstico precoce do câncer de mama. “Você detectar o câncer quando ele está em fase inicial garante acesso a um tratamento adequado, com maior chance de cura. Dependendo do tipo de câncer, você tem até 95% de chance de cura. Existe uma estatística, hoje, de que um em cada cinco novos casos de câncer de mama já apresenta metástase, isso significa que ele já foi detectado tarde”, completa a empresária.

Confira as melhores formas de depilação

Cabelos bonitos, unhas bem-feitas, um lindo vestido e pronto! Aparentemente está completa a preparação feminina para um primeiro encontrou ou outros momentos importantes. Porém, tudo pode ser facilmente desmoronado se de repente um pêlo incômodo for visto fora do lugar.

Foi-se o tempo em que mulher ‘peluda’ era sinônimo de rebeldia e ideais. Atualmente manter a depilação em dia é uma forma de mostrar-se cuidadosa e atenta aos cuidados com o corpo e a própria aparência. Quem não se importa com este ‘detalhe’ corre o risco de parecer um pouco anti-higiênica perante a sociedade.

E por não querer que você fique mal falada, veja uma lista dos melhores tipos de depilação para cada área do corpo. Escolha o estilo que mais se adapta à sua sensibilidade e também ao seu bolso.

Buço

Apesar de ser uma região com pouco pêlo, o buço acentuado incomoda muito as mulheres. A melhor opção nesta área é a pinça ou a depilação definitiva, como Lightsheer que arranca pela raiz até os fios mais claros.

As ceras quentes e frias não são muito indicadas por serem métodos bem agressivos que retiram a camada de proteção da pela, expondo a mesma aos efeitos do sol e consequentemente podendo manchar a longo prazo.

Virilha

Extremamente sensível e com pêlos grossos, essa área é perfeita para a aplicação da cera quente que é menos hostil e dolorida do que a cera fria.

O calor dela abre os poros, mas deixa resíduos na pele capaz de encravar os pêlos e por isso é bom fazer uma esfoliação dez dias depois do tratamento. Quem tem poucos pêlos na região pode fazer bom uso da tradicional lâmina.

Mamilos

Quase um tabu, mas são completamente naturais. Este local é delicado e assim como o buço mão possui uma vasta quantidade de pêlos.

Quem deseja livrar-se deles, pode ir de pinça ou sessões de eletrocoagulação que os destroem para sempre. Evite cremes depilatórios por conta da forte química presente capaz de irritar a área.

Barriga

Pêlos finos e bastante expostos que atrapalham na hora de ir à praia. As alternativas neste caso é optar pela pinça, cera se eles foram grosos e escuros ou eletrocoagulação se encravam facilmente.

Se você tem poucos, vale fazer uma descoloração. É rápida, fácil e indolor. Mas faça em casa!

Coxas e pernas

Talvez as áreas mais democráticas que existem. Aceitam praticamente todos os métodos depilatórios e as regiões são caracterizadas como amplas e com vasta quantidade de pêlos.

Cera fria, quente, aparelho, lâmina e cremes, todos fazem o trabalho bem-feito com diferenciais apenas em relação ao tempo de durabilidade do crescimento dos pêlos. Aqui a dor fala mais alto e por isso, as garotas mais sensíveis podem fazer bom uso dos cremes e da lâmina.

Os aparelhos estão cada vez mais econômicos e não deixar encravar tanto quanto as ceras, além de puxarem até mesmo os fios mais curtos.

Sobrancelha

Quando bem cuidadas elevam ainda mais o poder de sedução de uma mulher e por isso deve-se ficar atenta à quantidade de pêlos presentes e o desenho dos mesmos. São normalmente mais grossos e por isso o melhor é usar pinça ou outros meios de depilação definitiva.

Há, esqueça o mito de que retirar os pêlos desta área a deixa mais flácida. O único risco mesmo é errar na mão e ficar com a aparência estranha no local.

Axilas

Muito sensível, bastante exposta e com glândulas que facilitam o surgimento de bactérias, as axilas precisam de cuidados extras.

Lâmina é uma opção prática mas pode ressecar a área e por isso o melhor a fazer é lançar mão de um produto capaz de fazê-la deslizar, ao exemplo de cremes e espumas.

Com informações na mira

Pesquisa destaca incidência de anemia em mulheres e crianças no Maranhão

Segundo pesquisa realizada pela professora Maria Tereza Borges Frota, do Departamento de Nutrição, há uma forte incidência de anemia em mulheres e crianças no estado do Maranhão.O estudo está em fase de conclusão e sistematização dos resultados e já aponta uma alta prevalência da anemia nessa população, com destaque para São Luís, que teve um número maior que no interior do estado.

Participaram do estudo mulheres na idade reprodutiva, de 15 a 49 anos, e crianças de 6 a 59 meses de idade, que fazem parte das camadas mais vulneráveis a essa patologia. Para chegar aos resultados, foram realizadas avaliações sobre o estado nutricional e a situação de segurança alimentar de cada família por meio de questionários, para saber se o estágio da anemia dessa população era tão alto quanto no restante do Brasil ou mesmo do Nordeste.

Segundo a pesquisadora, a iniciativa é pioneira nesse tipo de levantamento. “Todas as pesquisas realizadas anteriormente possuem parâmetros nacionais ou regionais, a exemplo da que foi tomada como base, a Pesquisa Nacional Demográfica em Saúde, a PNDS, publicada em 2009 pelo Ministério da Saúde. Por isso a necessidade de um estudo mais concentrado, com resultados menos generalizados. Para medida do peso e estatura, utilizamos equipamentos específicos. Para o estado de anemia, consideramos a concentração de hemoglobina presente no sangue. Realizamos também pesquisa de campo com as famílias atendidas pelo Programa de Saúde da Família do Governo Federal. Ao todo, foram entrevistadas 1000 mulheres e 1000 crianças”, explica.

Das análises realizadas com crianças, os resultados preliminares corroboram com os resultados encontrados em outras pesquisas. A anemia se apresenta multifatorial, ou seja, tem várias causas, desde a causa fisiológica até a natural, principalmente na faixa etária pesquisada, em que as crianças apresentam uma alta demanda de ferro pela fase de crescimento.

Reeducação Alimentar como forma de combate

A pesquisadora aponta que outros fatores colaboram com esse quadro, são os problemas de absorção de nutrientes aliados a uma alimentação inadequada. “No momento que a gente discute, no Brasil, esse aumento do excesso de peso e da obesidade na população, nos deparamos com essa questão da anemia, que é uma carência de um micronutriente, o ferro. A população já tem acesso aos alimentos em quantidade suficiente, mas não necessariamente com a qualidade adequada. Esse quadro se configura no que chamamos de transição nutricional. Estamos passando da desnutrição, mas não conseguimos ficar num peso saudável e chegamos ao excesso de peso e até a obesidade. Quando vemos que quase metade da população brasileira tem algum grau de sobrepeso ou obesidade, é um sinal de que é necessário fazer alguma coisa. Precisamos alertar para o consumo exagerado de alimentos industrializados e tentar inserir a atividade física, de alguma maneira, na vida das pessoas.”

A última pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde destaca que 48,5% da população brasileira estão acima do peso. Para Maria Tereza, o peso é apenas um dos indicadores, sendo necessário avaliar outros fatores como o hereditário, o estilo de vida e a qualidade da alimentação. “O peso está relacionado com a quantidade. A pessoa pode estar com um peso normal, mas ter uma carência de algum micronutriente, como o cálcio, o sódio, ou mesmo o ferro. Embora o peso seja um forte indicador, ele não é o único que determina um estado de saúde adequado.”

Para evitar problemas de saúde como a anemia, a diabetes, as doenças cardiovasculares, bem como o excesso de peso, a professora sugere, além da reeducação alimentar, o aumento da prática de exercícios físicos.

“É possível conseguir uma alimentação balanceada com custos baixos. Não é necessário consumir alimentos caros. Deve-se evitar alimentos industrializados, que são ricos em gordura e açúcar, primando por alimentos naturais. São questões pequenas que podem ser transformadas sem nenhuma alteração no orçamento da família. Aumentar um pouco a atividade física e substituir alguns alimentos que consumimos são regras que podem melhorar o nosso estado nutricional e reduzir a incidência de doenças”, coloca a pesquisadora.

Cinco erros que acabam com suas sobrancelhas

De acordo com a designer Fátima Bahia, da clínica Longevitá, do Rio de Janeiro, o grande problema é que as mulheres não conseguem se conter em casa. “Elas acabam mexendo e fazem falhas que podem demorar anos para corrigir”, diz. Além disso, Fátima diz que não escolher uma designer fixa para mexer nas sobrancelhas pode levar a problemas mais recorrentes. “Cada uma tem sua técnica, e isso acaba fazendo a retirada de pelos aqui, ali…”.

Veja os cinco erros que destroem sua sobrancelha e os quatro acertos:

. Não deixe que tirem os pelos do canto interno (próximo ao nariz). Tudo bem evitar a “monocelha”, mas não tire do início da sobrancelha, onde ela é mais cheinha. Isso faz os olhos parecerem afastados, e muda o olhar.

. Não exagere. Sobrancelhas muito finas envelhecem e fazem você perder a expressão.

. Tentar mudar o arco da sobrancelha pode causar falhas e tirar a definição do formato. Respeite o desenho de suas sobrancelhas. Nada de adaptar o de atrizes ao seu rosto.

. Evite fazer com cera, pois é mais difícil manter um desenho bonito.

. Deixar as sobrancelhas muito grossas e cheias também não é legal. Deve haver um limite, como com a atriz Malu Mader, por exemplo. Quando as sobrancelhas estão cheias na medida certa, dão um ar de arrumado.

. É legal usar um tom mais escuro na sobrancelha, que realça o olhar. É claro que loiras não podem usar sobrancelhas muito escuras.

. Puxar os fios sempre no sentido do crescimento é mais fácil e você não corre o risco de se machucar.

. Não podemos esquecer de pentear os pelos para cima, e não para o lado. Isso ajuda a dar um efeito “up” na expressão.

. pinça ideal é essencial. Ela deve ser nova e estar com as pontas no mesmo nível, para evitar que você se machuque.

Dicas para fazer a prova de direção com tranquilidade

Por Andressa Dias

prova de direção para obter a carteira de habilitação é o pesadelo de muitas pessoas, especialmente das mulheres, porque infelizmente ainda correm os boatos de que mulher não dirige bem. Porém, isso não é verdade e você não pode se deixar levar por um preconceito.

Selecionamos algumas dicas para que a sua prova de direção não seja de sofrimento exagerado e para que você consiga passar sem muita dificuldade. Confira.

1 – No dia que antecede a prova, faça refeições balanceadas e não consuma álcool. É importante que você esteja bem nutrido e bem descansado no dia da prova. Então durma cedo. Esses cuidados evitarão que você passe mal ou fique sonolento durante a prova de direção.

2 – Ao chegar no local da prova, evite conversar com quem também está aguardando para fazer a prova. Prefira ler um livro, uma revista ou um jornal ou escutar música. Quem está aguardando com você pode já ter reprovado e/ou estar muito nervoso e passar essa ansiedade para você. Então, fique aguardando e se concentrando. Se possível, evite observar demais a prova de outro aluno, isso pode te deixar ansioso e te tirar do foco.

3 – Na hora da prova, tenha calma. Mesmo que você erre uma manobra na baliza, mantenha a calma e tente novamente. Na hora da baliza, faça como aprendeu e treinou. Não tente fazer algo novo. Atenha-se à segurança do que foi treinado e praticado inúmeras vezes. Uma dica que você pode usar é anotar o passo-a-passo da baliza durante as aulas e isso facilitará a memorização.

4 – Durante a prova na rua, mantenha a velocidade dentro do limite e fique calmo. Lembre-se das instruções do seu professor de autoescola e fique atento ao que está acontecendo e ao carro. Não se esqueça das setas e mantenha o foco na direção e na via.

5 – Ao estacionar na rua, procure um lugar onde é permitido estacionar assim que o examinador pedir que você pare o carro. Tem há muita atenção e tome cuidado para não estacionar em vagas prioritárias para idosos ou deficientes ou em vagas exclusivas para ponto de ônibus.

6 – Durante a baliza e a prova na rua, não tente de forma alguma tentar convencer o examinador de que você sabe dirigir. Prefira não puxar assuntos com ele, apenas faça o que você está ali para fazer: dirigir da melhor maneira possível.

7 – Não tente também inventar truques e macetes na hora da prova. Se não funcionar, você pode ficar muito nervoso e acabar não conseguindo fazer as manobras nem da maneira que aprendeu na autoescola.

8 – Vale lembrar também, que seguir estes conselhos não vai adiantar muito se você não tiver praticado o suficiente. Faça todas as aulas obrigatórias e faça algumas extras caso ainda não se sinta seguro para fazer. A confiança que você tem na sua habilidade de dirigir conta muito na hora da prova e pode fazer toda a diferença.

Prepare-se bem e treine sua habilidade e seguindo estes conselhos sua prova de direção tem tudo para ser tranquila e te proporcionar um resultado muito positivo: sua aprovação.

Acne após os 25 anos

O consolo que toda adolescente com problema de acne escuta da mãe: “quando você ficar mais velha, não irá sofrer com nada disso” já não pode ser usado com 100% de certeza. Hoje em dia, de cada cinco mulheres entre 25 e 30 anos, uma acaba tendo a pele acneica, mesmo se não teve esse problema na adolescência.

Entenda como surge a acne

Ele nada mais é do que um conjunto de lesões de pele provocadas pelo excesso de oleosidade, que fazem surgir os temidos cravos e espinhas. Todos nós temos glândulas sebáceas espalhadas pelo nosso corpo que às vezes secretam mais oleosidade do que devem. Esse sebo produzido fica retido na glândula favorecendo a proliferação de bactérias e causando a infecção no local, a acne.

O que motiva a acne adulta?

Na adolescência, as espinhas são mais comuns porque o organismo sofre um choque hormonal que desencadeia o problema. Já em quem passou dos 20 anos (sobretudo as mulheres – 80% das pessoas com acne tardia são do sexo feminino), as causas do problema podem ser várias:

A oscilação hormonal é uma das grandes causas. Mulheres entre 20 e 30 anos começam a apresentar irregularidades hormonais por conta da síndrome dos ovários policísticos. Quem tem esse problema produz mais hormônios masculinos, que fazem com que a pele seja bem mais oleosa, deixando os poros obstruídos e, como consequência, surgem as espinhas.

O estresse é outra razão, uma das principais, aliás. Isso porque ele faz as glândulas supra-renais liberarem mais hormônios masculinos, o que desencadeia a produção de mais oleosidade pela pele, bloqueando os poros. No Reino Unido, por exemplo, onde foram feitas pesquisas, 66% das mulheres que são mães e trabalham fora lutam contra as espinhas observa a médica.

Os homens pouco sofrem com isso, mas os que fazem uso de anabolizantes esteróides também podem apresentar acne na idade adulta, por conta do excesso de hormônios que deixa a pele mais oleosa.

Hábitos errados também desencadeiam acne na faixa dos 20 e 35 anos, como o uso de cremes incorretos para o seu tipo de pele, tanto o hidratante quanto protetor solar. Por exemplo: se sua pele for mais oleosa, use produtos oil-free e nunca passe no rosto um creme destinado ao corpo. Maquiagem mais gordurosa também causa acne, assim como ter preguiça de lavar o rosto à noite para retirar todo o excesso de make.

A alimentação incorreta é outra inimiga da pele lisinha. Por mais que nenhum estudo tenha comprovado que o chocolate causa espinha, todos sabemos que ingerir alimentos ricos em gordura deixa a pele mais oleosa. E aí não tem jeito: pele oleosa = poros obstruídos = espinhas e cravos. Isso não significa que você deva excluir doces e frituras do cardápio, basta só comer de vez em quando. No geral, tenha uma dieta balanceada, rica em fibras, é o ideal. E beba bastante água.

O péssimo hábito de fumar também é outro fator. Dois estudos recentes descobriram que mulheres fumantes sofrem com ataques de acne mais frequentes e graves, uma vez que a nicotina impulsiona a produção da oleosidade da pele, o que destrói as fontes de vitamina E, vitais para a reparação da pele.

O tratamento

Se você já é adulta e anda sofrendo com espinhas no rosto, o primeiro passo é agendar uma consulta com seu dermatologista. Nessa primeira conversa, o médico vai analisar seus hábitos e, se notado que o problema pode ser hormonal, vai lhe encaminhar para um ginecologista. Boa parte dos casos deacne tardia (causados por bagunça hormonal) é resolvida com a prescrição da pílula anticoncepcional correta.

Se os hormônios não forem o seu caso, o médico vai lhe indicar os cremes corretos para usar na pele e, se preciso, antibióticos de via oral, peeling com ácido, etc. Além de lhe dar dicas de alimentação – ou encaminhar você ao nutricionista.

O ideal é começar o quanto antes seu tratamento para que a acne não deixe marcas no seu rosto, combinado?

E nunca é demais lembrar:

1 – Nada de espremer as espinhas. Isso só serve para ganhar uma cicatriz. Use gel secativo (ou o produto indicado pelo seu médico) no local e espere que ela vai embora, mais cedo ou mais tarde.

2 – Mantenha uma boa higiene do rosto. Lave duas ou três vezes por dia com sabonete neutro. Por mais que sua pele seja oleosa, não lave mais que isso. Ou vai provocar o efeito rebote: pra se proteger do excesso de limpeza, a pele fabrica mais sebo.

3 – Não use produtos indicados por quem não é médico. Por mais que tenha sido bom para sua amiga, por exemplo, podem não funcionar pra você. Cada pele é de um tipo e tem suas peculiaridades.

4 – Se você possui cicatrizes de espinhas antigas, pode procurar seu dermatologista para cuidar disso com procedimentos a laser. Eles são muito satisfatórios e levam embora todas as marquinhas. A verdade é que, com o avanço da medicina estética, hoje em dia só sofre com espinhas e suas marcas quem quiser!

12 atitudes para se livrar da celulite

Por Karla Precioso

Estima-se que a celulite atinja cerca de 90% da população feminina, afetando todas as mulheres em geral, independentemente de idade ou peso. Os principais causadores da celulite são a predisposição genética, fatores hormonais, o sedentarismo, dieta desequilibrada, abuso de álcool e o fumo além do estresse.

Infelizmente não existe fórmula mágica para combater a celulite. A combinação de uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos é o mais eficaz no tratamento.

Para diminuir a aparência de casca de laranja da pele, diminuir a celulite siga esses 10 passos:

1.Diminua a quantidade de toxina no seu corpo. A melhor forma de eliminar essas toxinas é garantir uma boa hidratação. O consumo de líquidos, principalmente a água, ajuda a eliminar as toxinas e tratar a celulite. Devemos ingerir ao menos 2 litros de água ao dia. Sucos de frutas orgânicas, infusão de ervas e água de coco também podem ser alternativas interessantes.

2. Reduza o consumo de sódio, causador de retenção hídrica, que pode agravar o quadro. Diminua o consumo de sal, enlatados, alimentos em conservas, embutidos e alimentos industrializados. Troque o sal comum pelo sal light, que tem 50% menos sódio em sua composição. Prefira usar nos alimentos os temperos naturais como orégano, salsa, cebolinha, manjericão e açafrão que além de sabor tem também antioxidantes.

3. Trate da saúde do intestino. A disbiose intestinal, quadro de comum atualmente, devido ao uso indiscriminado de antibióticos, antinflamatórios, anticoncepcionais, exposição a alimentos alergenicos, stress entre outros, aumenta a celulite.

A disbiose aumenta a absorção de moléculas grandes pelo intestino, estas moléculas se ligam a células do sistema imunológico aumentando de tamanho e peso. Estas moléculas grandes podem prejudicar a circulação causando edemas e piorando a celulite. Para tratamento da disbiose os primeiros passos são excluir da alimentação os alimentos alergenicos e o uso de suplementos de probióticos, bactérias boas que fortalecem a microbiota intestinal. Entre os alimentos de maior potencial alergenico estão o trigo (glúten) e o leite.

A constipação intestinal também faz com que haja acumulo de toxinas no corpo. Cuide do bom funcionamento do intestino aumentando o consumo de alimentos ricos em fibras como os cereais integrais; arroz integral, farelo de aveia, sementes de linhaça; frutas e verduras principalmente as orgânicas.

4. Aumente o consumo de frutas e legumes com bastante água. Eles ajudam na hidratação e desintoxicação do organismo: o abacaxi, melancia, frutas cítricas, pepino e salsinha. Prepare um suco com esses ingredientes!

5. Inclua na dieta alimentos fontes de silício, mineral envolvido na produção de colágeno. A aveia e a água mineral são boas fontes do mineral. Use a aveia em flocos em saladas de frutas.

6. Inclua no cardápio uva escura, o azeite de oliva extravirgem e o cacau que são fontes de antioxidantes que melhoram a circulação, diminuindo as celulites e melhorando assim a aparência e textura da pele. O cacau pode ser salpicado em frutas assadas. O azeite de oliva pode ser usado em saladas ou ainda substituir a manteiga.

7. Coma também castanha do Brasil, ótima fonte de selênio; tomate, cenoura e vegetais verdes escuros, fontes de vitamina A; frutas cítricas, morango, goiaba e caju, fontes de vitamina C. As frutas vermelhas como a amora, framboesa, mirtilo, blueberry são boas fontes de antocianinas de potente ação antioxidante. Esses alimentos são fontes de antioxidantes que diminuem a ação dos radicais livres, o que melhora a aparência de pele.

8. Não fique sem omega 3. Encontrado nas sementes e óleo de linhaça e também no óleo de peixe ele tem papel importante na saúde e aparência da pele. Outros óleos como o de semente de abóbora e o de macadâmia são fontes de antioxidantes importantes no tratamento da celulite, rugas e manchas de pele.

9. Os alimentos fontes de vitamina C, como frutas cítricas, morango, goiaba, caju, acerola estimulam a produção de colágeno, uma proteína que melhora a elasticidade e firmeza da pele.

10. Diminua o consumo de cafeína e bebidas alcoólicas, pois provocam constrição de pequenos vasos sanguíneos, prejudicando a circulação e favorecendo o inchaço que piora a celulite.

11.Para que os cremes de tratamento tenham melhor penetração na pele e efeito a pele deve ser preparada para recebê-los. Use bucha vegetal no banho e faça uma esfoliação uma vez por semana. Misture farelo de aveia ao azeite de oliva e aplique na pele em movimentos suaves e circulares. Essa esfoliação ajudará a remover as células mortas e melhorará a absorção dos cremes de tratamento.

12. A drenagem linfática e a caminhada também são importantes aliados no tratamento da celulite.

Cólica menstrual e as modificações na rotina das mulheres

A cólica menstrual é o sintoma normal que acompanha a menstruação. Também é chamada de dismenorreia e afeta 50% das mulheres em idade fértil. Juntamente à tensão pré-menstrual, é uma das principais queixas das mulheres, responsável por perda de dias inteiros de estudo ou trabalho. Ao contrário do que se pensava antigamente, a cólica menstrual tem tratamentos muito eficazes que melhoram muito a qualidade de vida da mulher nesses dias.
O principal sintoma é a  dor no baixo ventre ou na barriga, e em algumas mulheres a dor parece vir das costas para a frente. É uma dor em cólica, ou seja vai e volta.
Costuma aparecer algumas horas antes ou junto a menstruação. Quase 50% das mulheres, em idade fértil, apresenta cólica menstrual, e em cerca de 10 a 15% a dor chega a interferir nas atividades diárias. Juntamente com a tensão pré-menstrual é uma das principais queixas das mulheres, responsáveis por faltas ao trabalho ou escola.

Ao contrário do que se pensava antigamente, existem tratamentos muito eficazes para a cólica menstrual, que melhoram muito a qualidade de vida das mulheres nesse período.

O tratamento da dismenorréia primária é à base de antiinflamatórios não-esteróides. Estes medicamentos bloqueiam as prostaglandinas e, portanto bloqueiam a dor.

Tratamento e efeito colateral

Um efeito colateral comum dos medicamentos para as cólicas são as lesões do estômago e intestinos, mas já existem antiinflamatórios em que esse efeito é minimizado. É muito importante que eles sejam tomados logo aos primeiros sinais de menstruação ou dor, para evitar a formação das prostaglandinas, e deve ser repetido a intervalos suficientes para evitar a nova formação das prostaglandinas. Assim, o efeito será mais rápido e eficaz. Medicamentos antiespasmódicos também podem ser usados para diminuir as contrações do útero e assim, diminuir a dor. Outras medidas também podem ser iniciadas alguns dias antes do período menstrual, para prevenir o aparecimento da cólica ou aliviar a dor. Entre elas estão o uso de compressas de água quente no local, e a prática de exercícios físicos, como caminhada e andar de bicicleta.

Dores insuportáveis

Geralmente toda a região do abdômen fica dolorida e pode ser acompanhada de sintomas gerais como:

1. enjoos;
2. diarreia;
3. vômitos;
4. cansaço;
5. dor de cabeça;
6. nervosismo;

Homens são mais românticos e desejam mais ter filhos que as mulheres

Mulheres desejam casar e ter filhos, enquanto homens só pensam em farrear. Se você concorda com essa frase, reveja os seus conceitos. De acordo com uma pesquisa do site Par Perfeito com mais de 18 mil solteiros e solteiras, 58% dos brasileiros desejam ser papais, ante 43% das brasileiras. E eles parecem mais românticos: 72% dizem ter se apaixonado à primeira vista, ante 67% das mulheres. Além disso, a maioria dos entrevistados do sexo masculino acredita ser menos individualista do que as mulheres. Será?

Casos de Aids entre meninas supera o de garotos em 2010

Em 2010, foram registrados mais casos de mulheres entre 13 e 19 anos infectadas pelo vírus HIV do que homens da mesma faixa etária. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde, em 2010, foram registrados 349 casos de Aids entre meninas contra 296 notificações do vírus entre meninos. Pelos números, a incidência da doença entre mulheres jovens é de 2,9 para cada 100 mil habiantes, enquanto entre homens a taxa é de 2,5 para cada 100 mil.

Até 30 de junho de 2011, 137 meninas de 13 a 19 foram infectadas, enquanto 110 jovens do sexo masculino tiveram a doença detectada. “Temos uma grande preocupação com mulheres jovens, de 13 a 19 anos, pelo fato de ter mais mulheres que homens nessa faixa etária e pelo aumento dos casos de Aids entre meninas”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em entrevista coletiva. Um dos focos da campanha do governo federal de prevenção da Aids em 2011 será o público jovem feminino.

No recorte de 15 a 24 anos, a incidência da doença é maior entre homens. De 1980 a 2011, foram diagnosticados 66.698 casos de Aids entre jovens dessa faixa etária, sendo 38.045 do sexo masculino e 28.648 do sexo feminino, o que representa 11% do total de casos de HIV notificados no Brasil nos últimos 21 anos. A região com maior incidência de Aids entre jovens em 2010 é o Sul, com 14,3 casos para cada 100 mil habitantes, seguida do Norte (12,8), Sudeste (9,2), Centro Oeste (7,9) e Nordeste (6,9).

De acordo com o Ministério da Saúde, o conhecimento da população jovem sobre as formas de infecção pelo vírus HIV é “alto”. Estudo realizado pela pasta entre 2007 e 2008 mostra que 97% da população de homens entre 15 e 24 anos sabem que a melhor forma de evitar o contágio da doença é usar camisinha. Além disso, o estudo mostrou que a população jovem, em geral, é a que mais usa preservativo.

Maior incidência

Quando se leva em consideração tanto homens quanto mulhares, a incidência do vírus HIV é maior entre pessoas de 35 a 39 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2010, a taxa de incidência da doença entre pessoas dessa faixa etária é de 38,1 para cada 100 mil habitantes. A taxa de incidência da doena entre homens dessa faixa etária passou de 67,8 casos a cada 100 mil habitantes em 1998 para 49,4 em 2010. Já a incidência entre mulheres aumentou de 26,8 casos a cada 100 mil habitantes para 27,4. A segunda faixa etária com maior incidência do vírus é entre 30 e 34 anos (37,4 para cada 100 mil habitantes).

Na faixa etária acima de 50 anos, a taxa de incidência entre mulheres em aumentou 75,9% em 2010 na comparação com os dados de 1998. Nos homens, a incidência passou de 14,5 casos por 100 mil habitantes em 1998 para 18,8 no ano passado.

Do: imirante.com

Principais exames ginecológicos

Todas as mulheres devem ter por hábito fazer esses exames que podem salvar vidas. Abaixo, destacamos os que precisam ser realizados, no mínimo, uma vez ao ano, a partir da primeira relação sexual:

Ultrassom pélvico

Ele examina o útero e os ovários em busca de qualquer alteração (pólipo, mioma, cisto, nódulo).

Papanicolau

Localiza infecções vaginais e identifica alterações que podem virar câncer (no colo do útero e na vagina).

Rastreamento infeccioso

Detecta sífilis, hepatites e o HIV no organismo. O ginecologista e obstetra Adriano Carneiro, de Salvador (BA).

Colposcopia

Visualiza o colo do útero e a vagina, podendo acusar diversas lesões (benignas e malignas).

Citologia e microflora vaginais

Diagnosticam um eventual câncer antes de ele se instalar. Esses exames também auxiliam na prevenção de tumores na mama, nos ovários, no útero e nas trompas.

Mamografia

Deve ser feita a cada dois anos após os 35 anos. A partir dos 40, anualmente. A maioria desses exames são cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Portanto, não há medo nem vergonha que justifique não fazê-los.

Sexo uma vez por semana?

Fazer sexo melhora o humor, queima calorias e ainda rejuvenesce, mas parece que mesmo com todos estes argumentos as mulheres não estão dando tanta importância para essa atividade prazerosa. Isso segundo uma pesquisa encomendada pela Healthy Women e publicada no jornal Daily Mail.

Segundo os dados, 51% das entrevistadas acreditava que fazer sexo algumas vezes por semana é considerado sexualmente saudável, 30% revelaram que faziam muito sexo e, pasmem, 66% tiveram relações sexuais uma vez por semana ou menos. Foram entrevistadas 1.031 mulheres com mais de 18 anos.

“Parece haver uma tendência crescente em mulheres fazendo sexo por obrigação, e não para fins de prazer”, comentou a psiquiatra especializada em saúde da mulher, Naomi Greenblatt, à publicação. “Mulheres que fazem sexo pelo menos quatro vezes por semana aparentam ser 10 anos mais jovem!”, completa, citando um estudo do Hospital Royal Edinburgh.

Elizabeth Battaglino Cahill, diretora executiva da Healthy Women, fez questão de ressaltar os benefícios do sexo: “Ele ajuda a estreitar o vínculo com o companheiro, fortalece os músculos do assoalho pélvico e aumenta a função do sistema imunológico”. Naomi Greenblatt ainda faz outro comentário: “As mulheres dizem que há apenas 24 horas no dia, e elas simplesmente não estão priorizando o sexo.”

E aí, leitoras, vocês concordam com a pesquisa? Será que o sexo não está entre os primeiros itens da lista de prioridades da mulherada? E mais: quantas vezes devemos fazer sexo por semana? Vamos lá, opinem!

Violência contra a mulher

Recentemente, o serviço governamental DataSenado realizou uma pesquisa com mulheres em 119 cidades brasileiras para apurar informações sobre a violência doméstica. Entre as mais de mil entrevistadas, 66% acreditam que a violência contra a mulher aumentou e 60% afirmam que a proteção da mulher contra a violência doméstica melhorou, em contrapartida.

Do total de mulheres, pelo menos metade já conheceu alguma mulher que sofreu violência doméstica e entre essas, a violência física foi a mais citada entre as mulheres ouvidas. Porém, por que será que mesmo com tantos recursos disponíveis para fazer valer a Lei Maria da Penha, muitas mulheres ainda sofrem caladas?

O principal motivo, segundo a pesquisa, é o medo da vingança do agressor. Entre outras razões pelas quais a mulher não denuncia e leva adiante o processo estão a preocupação com os filhos, a dependência financeira do agressor, a vergonha da agressão e a falta de conhecimento dos direitos que ela tem.

Surpreendentemente, algumas dessas mulheres agredidas também deixam de denunciar os agressores, pois acreditam que eles vão parar de ser violentos e que aquela foi a última vez. Outras mulheres ainda deixam de denunciar o agressor porque a Lei Maria da Penha impede que elas retirem a queixa na delegacia, em determinados casos.

Por que esses homens agridem suas companheiras?

Em geral, os principais motivos que levam os homens a cometer violência contra a mulher são ciúmes e o uso de bebidas alcóolicas. Outras razões como traição, separação e falta de dinheiro também aparecem na pesquisa, porém são menos expressivos.

Dentre os agressores, normalmente estão o marido ou companheiro atual e surpreendentemente ex-maridos, ex-namorados e ex-companheiros.

Lei Maria da Penha

A lei nº 11.340 foi criada para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher das mais diversas maneiras. A lei foi batizada com esse nome, em homenagem à farmacêutica Maria da Penha, mulher que sofreu duas tentativas de homicídio por parte de seu marido, sobreviveu e criou coragem para denunciá-lo após a segunda.

De acordo com a Lei Maria da Penha, existem cinco tipos de violência doméstica:

  • Violência física: se refere à condutas que ofendam a integridade e a saúde corporal da mulher;
  • Violência psicológica: diz respeito às ações que causem danos psicológicos e emocionais à mulher, como humilhação, ameaças e constrangimento;
  • Violência sexual: está relacionada às práticas sexuais como presenciar ou participar de relação sexual sem o consentimento da mulher, bem como forçar aborto, gravidez, prostituição ou impedir o uso de contraceptivos;
  • Violência patrimonial: se refere às situações em que o agressor destrói ou retém objetos pessoais, documentos e até recursos financeiros destinados ao trabalho ou à outras necessidades da mulher;
  • Violência moral: diz respeito à calúnia, difamação e injúria contra a mulher agredida.

Segundo a pesquisa DataSenado, infelizmente apenas 28% das mulheres que sofrem agressão denunciam seus companheiros, enquanto 23% não faz nada a respeito. Porém, a única forma de coibir essa ação violenta e fazer valer a lei e os nosso direitos é denunciando o agressor e levando isso até o fim.

A lei pode levar o agressor a ser preso, ou no mínimo, pagar uma ação de alimentos para as crianças, ficar distante da vítima ou mudar da casa onde vivem. O agressor pode também ser obrigado a passar por um processo de reeducação para reaprender o convívio harmonioso e saudável com as mulheres – sem violência.

Como ajudar uma mulher que sofre violência doméstica

Essas dicas vão te ajudar a saber o que fazer quando conhece alguém que sofre violência domestica. Aprenda a agir da melhor forma nesses casos e tentar impedir maiores danos à esta mulher.

  • Tenha em mente que o agressor não é vitima e deve ser punido de acordo com a lei;
  • Evite debochar da situação, porque isso pode piorar ainda mais a autoestima da vítima e fazer com que a situação pareça menos grave do que realmente é;
  • Não dê razão ao agressor independente dos motivos que ele teve para cometer esse crime;
  • Não julgue a vítima se ela resolver dar mais uma chance ao agressor. Em vez disso, tente aconselhar essa mulher sem dizer que ela está errada em continuar com ele, afinal é difícil ter ideia da ligação que há entre vítima e agressor;
  • Dê apoio à vitima no que for necessário: fazer a denúncia, encontrar um lugar seguro para ficar, ajudar a procurar aconselhamento psicológico e a conseguir um advogado para cuidar do caso;
  • Acompanhe a vítima até a delegacia ou ao hospital se for necessário, colete informações e evidências que considere importantes e se tiver alguma dúvida contate o número 180.

Se você sofre ou conhece alguém que sofre violência doméstica, não deixe de fazer sua parte. As denúncias podem ser feitas na Delegacia da Mulher ou em delegacias comuns.

A própria vítima ou conhecidos da vítima também podem ligar para o 180 (Central de Atendimento à Mulher) para buscar mais orientações à respeito da violência doméstica e como proceder em caso de agressão.

Endereços úteis:

Projeto Maria da Penha

Lei Maria da Penha (completa)

Rede Social Lei Maria da Penha

Portal Violência contra a Mulher

Unhas de jornal

As unhas decoradas continuam fazendo grande sucesso entre mulheres, não há como negar. As inúmeras opções em cores e efeitos vão se inovando a cada dia para agradar a todos os gostos e sempre há espaço para novidades.

Mais uma vez as tendências em unhas decoradas surpreendem com seus modelos diferenciados e inusitados. E dessa vez não vamos falar de esmaltes, mas sim de um efeito incrível que pode ser feito nas unhas com pedaços de jornal.

As unhas de jornal são a moda do momento e já estão dando o que falar por serem originais e bem fáceis de fazer.

Para ter as unhas com letrinhas não é preciso muita habilidade. A técnica também dispensa o uso de pincéis para fazer os desenhos.

Não existre uma regra de como passar as letrinhas ou desenhos que estão no jornal para as unhas, você pode inventar várias maneiras e testar diferentes opções. Quanto mais diferente e ousado o resultado, melhor.

Como fazer unhas de jornal

Para ter a estampa de jornal nas unhas, você vai precisar dos seguintes materiais: esmalte claro (branco, nude, cinza ou rosa) para que as letras fiquem bem visíveis, jornal cortado em tiras um pouco maior que o tamanho das unhas, álcool e cotonete.

Separe o material, confira o passo a passo de como fazer as unhas de jornal e solte a criatividade.

  • Pinte as unhas normalmente com o esmalte clarinho da cor escolhida e espere secar por alguns minutos;
  • Com as unhas já secas, coloque um pouco de álcool em um recipiente e molhe o cotonete umedecendo a parte escrita do jornal cortado em tiras e aplique sobre as unhas;
  • Coloque os pedaços de jornal nas unhas uma a uma, pressione com a ajuda do outro dedo para que as letras passem do papel para a unha, mas tome bastante cuidado para não mexer a folha de jornal para deixar as letras borradas;
  • Com o cotonete umedecido no álcool ainda, passe de novo em cima do jornal para que a tinta firme mesmo na unha;
  • Aguarde poucos minutos e retire delicadamente o pedaço de jornal das unhas. Caso o papel grude na unha, retire com a ajuda de um cotonete limpo e em seguida finalize aplicando uma camada de brilho incolor nas unhas.

Confira na nossa galeria como fica o resultado das unhas com estampa de jornal:

Candidíase: perguntas e respostas

A candidíase é uma doença que afeta sete em cada dez mulheres uma vez na vida. Tire todas as suas dúvidas sobre ela e proteja-se!

Sete em cada dez mulheres são afetadas pela doença pelo menos uma vez na vida. Para evitá-la, siga as recomendações da ginecologista Lana Aguiar, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e do dermatologista Ricardo Shiratsu, do Ambulatório de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Universidade Federal de São Paulo.

O que é candidíase?

É uma infecção provocada pelo fungo Candida sp. Ele não aparece só na vagina, embora esse seja o local mais atacado: também pode se instalar na boca (causando o popular sapinho) e, mais raramente, no esôfago, provocando uma inflamação na mucosa desse órgão.

Qual é a origem do fungo?

Ele habita naturalmente a vagina e o trato gastrointestinal, e lá permanece quieto se não houver fatores que favoreçam a sua multiplicação, como imunidade baixa e umidade e calor excessivos. É por isso que depois de um resfriado (quando a resistência diminui) e durante a menstruação (quando as alterações hormonais tornam o meio vaginal mais convidativo à proliferação do fungo), por exemplo, é mais comum a doença aparecer. O uso de protetores diários de calcinha também é um vilão, porque abafa a região íntima e a deixa mais úmida, como o fungo gosta.

Como a doença se manifesta?

Por meio de um corrimento esbranquiçado, coceira vaginal e ardor na hora de fazer xixi.

Por que no verão ela é mais frequente?

Porque permanecer com o biquíni molhado por muito tempo oferece as condições de calor e umidade de que o bichinho precisa para proliferar. Além disso, o sol predispõe à queda de resistência, deixando você mais vulnerável à infecção. Se no verão sua atividade sexual aumenta, o risco de infecção também cresce, pois as transas frequentes provocam fissuras vaginais que favorecem a instalação do fungo.

O hábito de lavar as calcinhas no banho e deixá-las secando no box pode favorecer o problema?

Se o ambiente for úmido e a peça levar mais de 48 horas para secar, sim. O ideal é deixar a lingerie secar ao sol ou em local ventilado e evitar aquelas de tecidos sintéticos, que não deixam a pele respirar nem absorvem a umidade. Dormir sem calcinha, para arejar a região íntima, também é uma boa.

Essa é uma doença sexualmente transmissível?

A candidíase não é classificada assim, uma vez que o sexo não é a principal forma de contaminação. No entanto, evite transar enquanto não estiver curada, já que o seu parceiro pode desenvolver uma irritação na glande do pênis. Nesse período, o ideal é que o casal se submeta ao tratamento.

Como posso me prevenir?

Controlar o stress e dormir bem, praticar atividade física regularmente e seguir uma alimentação saudável são maneiras de reforçar naturalmente as defesas do corpo e impedir o ataque do fungo causador da doença.

E como é o tratamento?

Primeiro, você deve procurar o ginecologista, que vai fazer o diagnóstico. O tratamento é à base de medicamentos antifúngicos por via oral ou cremes para uso local, mas, em alguns casos, o médico pode indicar os dois.

Candida sp é a classificação que inclui todos os microrganismos da mesma família, inclusive o tipo albicans, responsável por 90% das infecções. Das mulheres que já tiveram algum episódio da doença na vida, 5% sofrem com a candidíase de repetição.