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Vacinação contra a poliomielite terminha hoje

Termina, nesta sexta-feira (6), a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Quase 13 milhões de crianças já foram imunizadas, das 14,1 milhões que formam o público alvo. O número representa 91,65% de todos os menores de até 4 anos, 11 meses e 29 dias. Pais e responsáveis têm até o final da tarde de desta sexta-feira (6) para levar suas crianças aos postos de vacinação de todo o país. No Maranhão, a meta era de vacinar 640.579 crianças, até o momento foram distribuídas 563.755 doses, o que representa uma cobertura de 88,01%.

Até o momento, o desempenho por grupo de idade foi melhor entre os menores de um ano de idade, atingindo 97,86%, o que representa mais de 2,8 milhões de crianças. Os Estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiás e Paraná já superaram a meta de vacinação. Os Estados e municípios que não conseguirem atingir a cobertura vacinal ideal, devem avaliar a necessidade de continuar a vacinação até cumprirem a meta proposta pelo Ministério da Saúde, que é de 95% de cobertura.

A campanha segue em ritmo satisfatório segundo a avaliação da coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues. Mesmo assim, ela reforça a necessidade de manter a alta cobertura vacinal que ajudou a erradicar a doença no Brasil.

MS fará concurso para 2.500 vagas

Ministério do Planejamento autorizou concurso público com 2.500 vagas de nível médio e superior para o Ministério da Saúde. Decisão foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (5).

Das 2.500 vagas, 1.500 são para nível médio, sendo 70 de agente de saúde pública, 1.370 de auxiliar de enfermagem e 60 de técnico de laboratório.

As outra 1.000 vagas são para os cargos de: administrador (30), assistente social (45), enfermeiro (540), farmacêutico (40), médico (125), nutricionista (35), odontólogo (165) e psicólogo (20).

MS reforça pré-natal

O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 28,08 milhões, em parcela única, para que 1.389 municípios, de 24 Estados, ampliem a oferta de exames do componente pré-natal e adquirem testes rápidos de gravidez. A estimativa é que mais de 557 mil gestantes sejam beneficiadas com os novos exames e mais de 523 testes sejam realizados.

Para a ampliação dos exames foram destinados R$ 27,7 milhões e, aos testes rápidos de gravidez, R$ 301,3 mil. Este tipo de exame foi inserido no SUS por meio da Rede Cegonha, assim como os testes rápido de sífilis e HIV. São ofertados 23 exames do componente pré-natal, deste total, 14 foram acrescidos com a Rede Cegonha.

Esses serviços estão garantidos pela estratégia Rede Cegonha, lançada no ano passado. Todos os Estados já aderiram à estratégia, que consiste em uma rede de cuidados com o objetivo de assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo, bem como atenção humanizada durante a gravidez, o parto e após o nascimento do bebê. A rede também prevê que as crianças tenham o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.

Começa, hoje, distribuição de remédios gratuitos contra a asma

Começa, nesta segunda-feira (4), a distribuição de remédios gratuitos contra a asma – doença inflamatória crônica das vias aéreas que ataca o sistema respiratório – por meio do programa “Aqui Tem Farmácia Popular”, que conta, atualmente, com 20 mil farmácias. A decisão de disponibilizar gratuitamente medicamentos contra a asma tem o intuito de atender, prioritariamente, crianças de até seis anos, já que dados do Ministério da Saúde indicam que, nessa faixa etária, a doença responde como a segunda principal causa de internação.

De acordo com o pneumologista Fabrício Valois, a asma é uma sensibilidade anormal das vias aéreas aos estímulos ambientais, como poeira, fumaça ou a um odor forte. “Uma infinidade de fatores pode disparar esses sintomas que caracterizam a doença, como tosse, falta de ar, chiado ou aperto no peito. Como a doença tem uma natureza inflamatória, e essa inflamação torna as vias aéreas mais sensíveis, o medicamento anti-inflamatório, do tipo corticoide, é o remédio que consegue controlar essa inflamação, deixa os nervos menos excitados e a pessoa consegue tolerar mais essa variedade de estímulos”. Segundo o médico pneumologista, a medida beneficia, principalmente, os pacientes que possuem asma de forma leve a moderada. “A medida do governo tem impacto direto nessa população, os indivíduos que tem a forma menos grave da doença, que se não forem tratados adequadamente, no futuro, vai evoluir para a forma mais grave”, explica.

Os interessados só poderão retirar os medicamentos mediante apresentação de receita médica e CPF.

Pesquisa mostra redução de 21% na mortalidade materna no Brasil

Uma pesquisa sobre mortalidade materna que será divulgada nesta sexta-feira (25) pelo Ministério da Saúde, que apontam uma redução de 21% no número de óbitos entre 2011 e 2010.

De acordo com o governo, foram 1.038 mortes de janeiro a setembro de 2011, uma redução de 21% na comparação com o mesmo período de 2010.

Morte materna é aquela causada por complicações durante a gestação ou até 42 dias após o fim da gravidez, quando provocada por problemas de saúde como hipertensão, desprendimento prematuro da placenta ou doenças preexistentes, a exemplo das cardíacas, do câncer e do lúpus.

Ao longo de duas décadas, a mortalidade materna no Brasil caiu 51%. A pesquisa apontou que de 1990 a 2010, o número de mortes diminuiu de 141 para 68 para cada 100 mil nascidos vivos.

Segundo o Ministério da Saúde, a redução é resultado do aumento no número de mulheres que realizam acompanhamento pré-natal. No ano passado, de acordo com o governo, mais de 1,7 milhão de gestantes passaram por, pelo menos, sete consultas durante a gravidez.

Vacinação contra gripe termina na sexta-feira

Termina, nesta sexta-feira (25), a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Segundo o Ministério da Saúde, a meta é vacinar 80% do público-alvo: idosos a partir dos 60 anos, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois anos, gestantes em qualquer fase da gravidez e povos indígenas. Desde o início da campanha, em 5 de maio, foram vacinadas 13,5 milhões de pessoas em todo o país, o que representa 44,87% dos 30,1 milhões de pessoas do grupo prioritário.

No Maranhão, de acordo com o balanço parcial, 426.660 doses foram distribuídas, ou seja, 44,32% do público-alvo (962.715 pessoas) foram vacinadas. A melhor adesão à campanha é das crianças: 2,2 milhões já receberam a vacina, o que representa 52,11% do total.

A vacina protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério Sul no ano anterior, entre eles o da influenza A (H1N1). Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe, por enquanto, é a melhor estratégia. O médico infectologista Carlos Alberto Frias explica que isso se dá por causa da prevenção. “Existem alguns medicamentos antivirais, mas eles não têm uma ação tão importante com que faça que se prescinda a utilização da vacina. É fundamental a vacinação na prevenção”, esclarece.

Hábitos

O médico infectologista esclarece que alguns hábitos de higiene pessoal podem ajudar a prevenir, também, a proliferação dos vírus da gripe, como a lavagem das mãos e a diminuição do contato.

Efeitos colaterais

De acordo com o médico, quem for imunizado pode sentir alguns efeitos colaterais: fadiga, mal-estar, febre e cefaleia (dor de cabeça). No entanto, o número de casos relatados de pessoas com os efeitos colaterais é muito pequeno.

“Casos relatados por meio das redes sociais, como Síndrome de Guillain-Barré, com paralisias, e de Autismo, são questões muito discutíveis, que, até hoje, a Medicina não tem considerado, de uma maneira significante, estatística e epidemiológica, que justifique a preocupação com esses casos”, esclarece.

Contraindicações

Carlos Alberto Frias afirma que a vacina é contraindicada apenas em alguns casos em que o paciente tem estado febril, esteja imunossuprimido (ou seja, usando medicações que reduzem a imunidade) ou, ainda, seja intolerante ou alérgico ao ovo.

Os cuidados com o coração da Mulher

Hoje, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte de mulheres no Brasil e no mundo. Apesar disso, ainda existe uma grande disparidade entre os sexos na hora de prevenir, diagnosticar e tratar essas doenças.

Dados do Ministério da Saúde apontam que por ano mais de 150 mil brasileiras morrem vítimas de doenças cardiovasculares. Entre elas, as principais são o AVC (acidente vascular cerebral), popularmente conhecido como derrame, e o infarto.

Uma pesquisa publicada recentemente no periódico científico JAMA (revista da Associação Médica Americana) mostra que, embora a incidência de infarto seja maior no grupo masculino, as mulheres morrem mais.

De acordo com o levantamento feito nos Estado Unidos, do total de mulheres infartadas, 14,6% morreram, enquanto entre os homens o índice de mortalidade foi de 10,3%.

Os especialistas acreditam que boa parte dessa diferença se deve ao fato de que o infarto sem dor é mais comum nas mulheres.

“Esse estudo reforça que os sintomas das mulheres não são típicos. Na prática, o desconhecimento geral sobre os sinais do infarto na mulher resulta em falha no socorro, o que é fatal para muitas,” explica Cátia Galvão, cardiologista, especialista clínica em estimulação cardíaca do Hospital Santa Isabel, em Salvador.

Quando o homem vai ter um infarto, costuma sentir uma forte dor no peito que irradia para os braços. Entretanto, para as mulheres é mais comum sentir náusea, fraqueza, dores gástricas, falta de ar, dor que irradia pelas costas, ombros e mandíbula – sintomas que podem ser confundidos com outras doenças.

“Existe uma percepção errada de que algumas doenças cardiovasculares não atingem as mulheres, a falta de prevenção e a demora em identificar o problema contribuem para o alto número de óbitos,” alerta a médica.

A incidência de eventos cardiovasculares na mulher tem aumentado com o passar dos anos, consequência do envelhecimento natural e do estilo de vida moderno.

“A mulher geralmente acumula vários papéis. Ela trabalha fora, cuida da casa e da família. O ritmo acelerado a expõe a muito estresse e favorece hábitos pouco saudáveis, como sedentarismo e má alimentação”, diz a Dra. Cátia. “Outra combinação perigosa, mas comum, é o cigarro e a pílula anticoncepcional, a dupla triplica os riscos cardiovasculares.”

Com o envelhecimento, a pressão arterial e o nível de colesterol tendem a aumentar. A falta de atividade física e a dieta inadequada levam ao sobrepeso e à obesidade, que também aumentam o risco cardiovascular.  Aliás, a obesidade é um dos fatores de risco mais preocupantes, já que o número de mulheres obesas no Brasil cresceu 64% em 10 anos.

“As mulheres geralmente assumem a função de gerenciar a saúde do marido e dos filhos. No cuidado com a própria saúde, costumam frequentar o médico ginecologista, mas poucas procuram um cardiologista,” ressalta.

Fatores de risco cardiovascular

Os fatores de risco cardiovascular são os mesmos para as mulheres e os homens.

Mas, enquanto alguns desses fatores não podem ser controlados, tais como sexo, idade e histórico familiar, a maioria deles pode ser evitada por meio de mudanças de comportamento.

Alguns fatores que podem ser modificados: o tabagismo, a obesidade, a má alimentação e o sedentarismo.

“Muitos fatores de risco podem ser controlados. Se a pessoa tiver uma alimentação adequada, praticar exercícios físicos regularmente e parar de fumar, reduzirá em uma proporção bastante significativa o risco de infarto agudo do miocárdio”, ressalta a cardiologista Cátia Galvão.
As doenças cardiovasculares nas mulheres

· No mundo, as doenças cardiovasculares são a maior causa de mortes entre as mulheres, com mais de 8 milhões de mortes por ano. Este número é oito vezes maior do que o de mortes por câncer de mama.

· O uso concomitante de pílula anticoncepcional e cigarro pode acarretar morte súbita.

· O infarto em mulheres é mais fatal do que entre os homens.

· No Brasil, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre as mulheres.

· Entre as brasileiras, 1 em cada 5 mulheres adultas está em risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

· Os sintomas das doenças cardíacas nas mulheres podem ser diferentes dos sintomas nos homens.

· Apesar do alto risco, poucas mulheres visitam o cardiologista regularmente.

Prevenção e Tratamento

· Observar o histórico familiar.

· A partir dos 40 anos, as mulheres devem fazer uma avaliação anual com cardiologista para rastreamento e controle de risco cardiovascular.

· Consultas periódicas com ginecologista para uso correto dos anticoncepcionais.

· No climatério e após a menopausa, é preciso redobrar a atenção, pois os índices de infarto aumentam.

· Prática regular de exercícios físicos – pelo menos 30 minutos de atividade física diária.

· Dieta balanceada, consumo reduzido de sal, açúcar e gorduras saturadas.

· Não fumar.

· Circunferência abdominal da mulher brasileira deve ter no máximo 80 cm.

· Não subestimar sintomas.

Vacinação contra gripe sazonal começa no dia cinco maio

A campanha nacional de vacinação contra a gripe sazonal ou gripe comum será feita entre os dias 5 e 25 de maio. A vacina utiliza as três cepas de vírus que mais circularam no país no ano anterior e, de acordo com o Ministério da Saúde, vai imunizar também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína.

O público-alvo da campanha inclui idosos (a partir de 60 anos), população indígena, crianças com idade a partir de 6 meses e menores de 2 anos, grávidas em qualquer período de gestação e profissionais de saúde.

A pasta informou que, apesar dos casos de infecção e morte por H1N1 registrados nas regiões Norte e Nordeste em pleno verão brasileiro, não há previsão de antecipação da campanha.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Ceará, onde pelo menos duas mulheres grávidas tiveram a doença, o período de chuva provoca maior aglomeração de pessoas em ambientes fechados, o que facilita a disseminação do vírus.

Dados do ministério indicam que, no ano passado, cerca de 25 milhões de pessoas foram vacinadas contra a gripe sazonal. Em 2011, assim como este ano, quem recebeu a vacina também ficou imunizado contra a gripe suína.

Fonte: imirante.com

Ministério da Saúde distribui quase meio bilhão de camisinhas em um ano

O Brasil atingiu a marca recorde de quase meio bilhão de preservativos distribuídos em 2011, número 45% superior à quantidade fornecida em 2010 pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A aquisição e distribuição de camisinhas faz parte da estratégia do Ministério da Saúde de ampliar o acesso a esses produtos e prevenir a população contra doenças sexualmente transmissíveis (DST/Aids).

Somente no ano passado, foram distribuídas 493 milhões de unidades às secretarias estaduais de saúde e aos 499 municípios que fazem parte da Programação Anual de Metas (PAM), e que concentram 90% dos casos de Aids registrados no país. O governo federal é responsável atualmente pela compra e distribuição de 80% a 90% do total de preservativos fornecidos no Brasil. O restante (entre 10% e 20%) é complementado pelos estados, conforme cada região do país. Em 1994, quando teve início a política de distribuição de preservativos, foram adquiridas e distribuídas 12,8 milhões. O valor fornecido em 2011 é 38 vezes maior.

Orientações

O Ministério da Saúde orienta as secretarias estaduais e municipais de saúde para que adotem medidas que facilitem o acesso à camisinha, que pode ser retirada em postos de saúde, hospitais e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs). As escolas, também, disponibilizam preservativos gratuitamente. A iniciativa ocorre em conjunto com ações pedagógicas do programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE).

Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP), realizada em 2008, demonstrou que a iniciativa vem dando certo. Cerca de 17% dos jovens entre 15 e 24 anos apanham camisinha nas próprias escolas. De acordo com a pesquisa, os jovens nessa faixa etária são os que mais pegam preservativo de graça nos serviços de saúde: 37,7% já recorreram à rede pública para conseguir a camisinha. Outro dado que indica a efetividade do programa de distribuição é o de que quem já pegou preservativo de graça usa o insumo duas vezes mais do que aqueles que nunca pegaram.

Os números da PCAP, também, demonstram que a população em geral tem conhecimento sobre as formas de infecção pelo HIVe de prevenção à Aids. Cerca de96% da população pesquisada sabe que pode ser infectada nas relações sexuais sem preservativo e 97% das pessoas sabem que o uso de preservativo é a melhor maneira de evitar a infecção pelo HIV.

Prevenção

O Brasil é referência mundial no tratamento e atenção a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis. Para reduzir a transmissão do HIV, das DSTs e das hepatites virais, um dos eixos prioritários de trabalho é a prevenção.

Nesse sentido, o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Aids, e Hepatites Virais, realiza várias ações, como a organização do Congresso Brasileiro de Prevenção das DST/Aids (realizado a cada dois anos), aquisição e distribuição de preservativos masculinos e femininos, campanhas nacionais no “Dia Mundial de Luta Contra a Aids” e no Carnaval, ações educativas em eventos e datas específicas.

HOSPITAL SOCORRÃO

O superintendente do Sistema de Regulação (Sisreg), Irisnaldo Félix, da Secretaria Municipal da Saúde (Semus) informou  que o Hospital Municipal de Imperatriz (HMI), o Socorrão, receberá ainda neste semestre novos equipamentos para otimizar o atendimento à comunidade.

“É resultado de um convênio firmado entre o Ministério da Saúde e a Prefeitura de Imperatriz que liberou recursos na ordem de R$ 4 milhões para aquisição de um aparelho de ressonância magnética, considerado de suma importância para o setor de imagem daquela casa de saúde”, disse ele, que anunciou ainda a compra de novos equipamentos para reequipar o centro cirúrgico do hospital Socorrão.

Irisnaldo Félix justifica ainda que o recurso será utilizado para compra de equipamentos também para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). “Essa tem sido uma preocupação constante da secretária Conceição, e do prefeito Sebastião Madeira que pretendem ampliar as ações de saúde, de cirurgias e exames em Imperatriz”, argumenta.

PROGRAMAÇÃO

O superintendente ressalta que “está à disposição de qualquer cidadão na sede da Secretaria Municipal de Saúde (Avenida Dorgival Pinheiro de Sousa, no Centro) todas as ações e programações realizadas na área da saúde pública em Imperatriz”. “Temos vários avanços. Da Vigilância Sanitária até a alta complexidade, atendida no hospital Socorrão, pois temos projetos e programações para avançar muito mais no setor da saúde pública”, garante.

Ele afirma que o prefeito Madeira e a secretária Conceição trabalham arduamente para que sejam cumpridas essas ações e programações previstas na área da saúde pública de Imperatriz, pois será ofertado um volume maior de serviços.

PROCEDIMENTOS

Irisnaldo Félix explica que “há mais de seis meses o município não oferecia serviços médicos especializados de otorrinolaringologista na rede SUS (Sistema Único de Saúde) em Imperatriz”. “O profissional que prestava serviço ao município era o doutor Pedro, que foi embora para São Luís; outra profissional que tínhamos estava com problemas de saúde e teve que se afastar do serviço”, detalha.

Ele lembra que por conta desses problemas a população imperatrizense ficou desassistida com a ausência dessa especialidade médica na rede SUS. “Nós acreditamos que esse problema será resolvido neste mês de março, pois existe um casal (médicos) de São Paulo que está decidido a vir para Imperatriz”, finalizou.

Casos de Aids entre meninas supera o de garotos em 2010

Em 2010, foram registrados mais casos de mulheres entre 13 e 19 anos infectadas pelo vírus HIV do que homens da mesma faixa etária. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde, em 2010, foram registrados 349 casos de Aids entre meninas contra 296 notificações do vírus entre meninos. Pelos números, a incidência da doença entre mulheres jovens é de 2,9 para cada 100 mil habiantes, enquanto entre homens a taxa é de 2,5 para cada 100 mil.

Até 30 de junho de 2011, 137 meninas de 13 a 19 foram infectadas, enquanto 110 jovens do sexo masculino tiveram a doença detectada. “Temos uma grande preocupação com mulheres jovens, de 13 a 19 anos, pelo fato de ter mais mulheres que homens nessa faixa etária e pelo aumento dos casos de Aids entre meninas”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em entrevista coletiva. Um dos focos da campanha do governo federal de prevenção da Aids em 2011 será o público jovem feminino.

No recorte de 15 a 24 anos, a incidência da doença é maior entre homens. De 1980 a 2011, foram diagnosticados 66.698 casos de Aids entre jovens dessa faixa etária, sendo 38.045 do sexo masculino e 28.648 do sexo feminino, o que representa 11% do total de casos de HIV notificados no Brasil nos últimos 21 anos. A região com maior incidência de Aids entre jovens em 2010 é o Sul, com 14,3 casos para cada 100 mil habitantes, seguida do Norte (12,8), Sudeste (9,2), Centro Oeste (7,9) e Nordeste (6,9).

De acordo com o Ministério da Saúde, o conhecimento da população jovem sobre as formas de infecção pelo vírus HIV é “alto”. Estudo realizado pela pasta entre 2007 e 2008 mostra que 97% da população de homens entre 15 e 24 anos sabem que a melhor forma de evitar o contágio da doença é usar camisinha. Além disso, o estudo mostrou que a população jovem, em geral, é a que mais usa preservativo.

Maior incidência

Quando se leva em consideração tanto homens quanto mulhares, a incidência do vírus HIV é maior entre pessoas de 35 a 39 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2010, a taxa de incidência da doença entre pessoas dessa faixa etária é de 38,1 para cada 100 mil habitantes. A taxa de incidência da doena entre homens dessa faixa etária passou de 67,8 casos a cada 100 mil habitantes em 1998 para 49,4 em 2010. Já a incidência entre mulheres aumentou de 26,8 casos a cada 100 mil habitantes para 27,4. A segunda faixa etária com maior incidência do vírus é entre 30 e 34 anos (37,4 para cada 100 mil habitantes).

Na faixa etária acima de 50 anos, a taxa de incidência entre mulheres em aumentou 75,9% em 2010 na comparação com os dados de 1998. Nos homens, a incidência passou de 14,5 casos por 100 mil habitantes em 1998 para 18,8 no ano passado.

Do: imirante.com

Municípios têm até sexta para atingir índice de vacinação contra sarampo

O Maranhão já superou a taxa de cobertura da vacinação contra o sarampo pactuada com o Ministério da Saúde, que é de 95%, mas ainda há 53 municípios apresentando um desempenho abaixo do esperado. Até o final da semana passada, quando a governadora Roseana Sarney anunciou que não mais firmará convênios com os municípios que não cumprirem com a obrigação de imunizar suas crianças, 71 cidades encontravam-se nessa situação. O prazo para alcançar a meta da campanha termina na próxima sexta-feira (14).

Um dos casos mais preocupantes para a Secretaria de Estado da Saúde (SES) é o do município de Peritoró, que continua com a mesma taxa de cobertura de 38%, seguido por Morros, com 63,02%. Dentre as cidades mais populosas, que ainda não alcançaram a meta, o quadro de vacinação se mantém estável, a exemplo de Paço do Lumiar (81,01%), Açailândia (86,07%), Balsas (92,56%), Timon (91,42%) e São José de Ribamar (79,54%), segundo estatística divulgada na tarde de terça-feira pela SES.

São Luís e Chapadinha já saíram da lista de municípios com baixo desempenho e figuram agora com índices de cobertura de 95,75% e 99,30%, respectivamente. Por conta disso, o Maranhão já apresenta uma taxa de 96,02%. O número ainda está aquém das expectativas do governo estadual, segundo o secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad. “É inadmissível que os gestores municipais deixem de vacinar suas crianças. O Governo do Estado não vai compactuar com essa situação ”, destacou ele.

A Campanha Nacional de Seguimento da Vacinação contra o Sarampo teve início no dia 13 de agosto e foi encerrada no dia 30 de setembro, com o objetivo de imunizar todas as crianças com idade entre 1 e 6 anos.

Os municípios que ainda não alcançaram pelo menos 95% de cobertura têm até a próxima sexta-feira (14) para realizar o trabalho. A intenção da SES é uniformizar os dados para garantir que a barreira epidemiológica contra a doença seja o mais eficiente possível.

A coordenação do Programa Estadual de Imunização intensificou a mobilização dos municípios com baixa cobertura ou com um quantitativo que ainda não foi imunizado. Além disso, foi realizado recentemente reunião com os gestores de saúde das regionais para darem apoio ao trabalho de sensibilização dos pais e responsáveis.

Fonte: SES

Governadora determina que Estado não firme convênios com municípios que deixem de alcançar meta de vacinação

Setenta e um municípios maranhenses ficaram com índice de vacinação contra sarampo abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde, e muitos não atingiram 50% da cobertura vacinal prevista na campanha que terminou dia 30 de setembro. Diante desse quadro, a governadora Roseana Sarney determinou ao secretário da Saúde, Ricardo Murad, uma ação para que o Estado deixe de firmar convênios com os municípios que não cumprirem a obrigação de imunizar suas crianças.

“É uma ação para mudar essa realidade, que reflete falta de cuidado dos gestores com as crianças, um descaso grave e que o governo não pode mais aceitar”, declarou a governadora.

Para Ricardo Murad, essa realidade deve ser mudada. “É uma situação gravíssima com a qual não podemos compactuar. O Estado será rigoroso na cobrança aos gestores municipais no que diz respeito à vacinação das nossas crianças, que não podem de forma alguma ser prejudicadas”, enfatizou Ricardo Murad, após a conversa com a governadora.

Entre os municípios que até esta quinta-feira (6) não haviam atingido 95% de cobertura vacinal contra o sarampo estão São Luís (83,71%), Chapadinha (79,56%), Paço do Lumiar (81,01%), Açailândia (85,32%), Balsas (92,56%), Timon (91,42%) e São José de Ribamar (78,18%). Peritoró, com uma taxa de 38%, e Morros, com 63,02%, lideram o ranking das cidades com pior desempenho na campanha, segundo dados divulgados pela SES.

Ao todo, são 71 municípios com índice de vacinação abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, que é de 95%. Por conta disso, a cobertura do Maranhão está em 93,67%. A Campanha Nacional de Seguimento da Vacinação contra o Sarampo teve início no dia 13 de agosto, com o objetivo de imunizar todas as crianças com idade entre 1 e 6 anos.

Registros

Desde 2000 o sarampo está eliminado no Brasil, havendo apenas registros de casos importados. Mas, para manter o país longe da doença, o Ministério da Saúde adotou como estratégia a realização de campanhas de quatro em quatro anos, cuja faixa etária alvo é eleita entre as mais suscetíveis de um determinado período.

Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Imunização da SES, Helena Almeida, a ação é necessária para eliminar os bolsões, ou seja, o número elevado de pessoas sem proteção contra o sarampo, que podem contribuir para a volta da circulação do vírus no estado.

“A vacina contra o sarampo, a chamada tríplice viral, está disponível nos postos de saúde durante todo o ano, mas as taxas de cobertura não são as ideais. Portanto, é necessário realizar a campanha para chamar atenção da população de que é importante vacinar”, destacou Helena Almeida.

Intensificação

Para garantir que até o próximo dia 14 todas as crianças estejam vacinadas, a coordenação do Programa Estadual de Imunização intensificou a mobilização dos municípios com baixa cobertura ou com um quantitativo que ainda não foi imunizado. Além disso, foi realizada recentemente reunião com os gestores de saúde das regionais para darem apoio ao trabalho de sensibilização dos pais e responsáveis.

“É importante lembrar que o nosso chamado só atinge as crianças que não se vacinaram do dia 13 de agosto até hoje. Se tomada corretamente, a tríplice viral, que imuniza também contra rubéola e caxumba, tem uma resposta positiva de, em média, 95%”, esclareceu Helena Almeida.

Embora a campanha de vacinação contra o sarampo tenha sido encerrada no último dia 30 de setembro, os municípios que ainda não alcançaram pelo menos 95% de cobertura têm até o próximo dia 14 para realizar o trabalho. A intenção da SES é uniformizar os dados para garantir que a barreira epidemiológica contra a doença seja a mais eficiente possível.

Fonte:SES

Ministério da Saúde quer incentivar consumo de peixe

“Inclua pescado na sua alimentação. É gostoso e faz bem para a saúde” esse é o lema da 8ª. Semana do Peixe que será lançada, neste domingo (11) em Niterói (RJ), pelo Ministério da Saúde e o Ministério da Pesca e Aquicultura. A campanha, que segue até o dia 24 de setembro, tem por objetivo incentivar o brasileiro a consumir pescado regularmente tendo como foco a alimentação saudável.

De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008-09, o consumo anual de peixe do brasileiro é de 9 kg. A meta da campanha é aumentar o consumo para 12 kg de pescado habitante/ano, quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A pesquisa também revela baixa aquisição domiciliar de pescados, observa-se que houve um consumo médio de peixe de 4,03kg per capita por ano, em nível nacional, mas com grande variação por regiões: 17,54Kg no Norte, 4,96kg no Nordeste, 2,06kg no Sudeste, 1,60kg no Sul e 1,62kg no Centro-Oeste. Segundo a coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, a pesquisa mostra baixa prevalência de consumo de peixes. “O percentual de indivíduos que reportaram a ingestão de pescado, pelo menos uma vez na semana, foi de 6,4%. Também verificamos que somente 10,8% dos brasileiros declaram o consumo fora do domicílio”, destaca.

Os peixes são boas fontes de todos os aminoácidos essenciais, que ajudam a formar as proteínas, necessárias para o crescimento e a manutenção do corpo humano. São também fontes importantes de ferro, vitamina B12, cálcio e gorduras essenciais, fundamentais ao bom funcionamento do organismo. O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, recomenda o consumo de peixe fresco pelo menos duas vezes por semana. Patrícia Jaime ressalta que a população precisa adquirir hábitos mais saudáveis evitando o excesso de gorduras e sal nos alimentose preparações.

Plano prevê inclusão do pescado na alimentação escolar

A campanha faz parte do Plano de Desenvolvimento Sustentável – Mais Pesca e Aquicultura que contempla ações como a inclusão do pescado na alimentação escolar, em feiras, em Centros Integrados da Pesca Artesanal e nos parques aquícolas.

Para incentivar a população, durante a campanha serão distribuídos cartazes para serem afixados em bares, restaurantese supermercados participantes da campanha, além do envolvimento das redes de saúde e da vigilância sanitária local.

Os produtos ligados à Semana do Peixe receberão exposição, e sinalização diferenciadas nos supermercados como forma de fomentar o consumo. Também serão distribuídas cartilhas aos consumidores em todo o país contendo informações sobre os benefícios que o consumo de pescado proporciona à saúde, além de orientaçõessobre como verificar a qualidade do produto na hora da compra, como limpar o pescado e diversas receitas regionais e melhoradas nutricionalmente, com quantidades reduzidas de sal e de gorduras.

DICAS – A campanha tem também como objetivo prestar informações aos consumidores sobre quais itens observar na hora da compra. O peixe fresco, por exemplo, deve possuir pele firme, bem aderida, úmida e sem a presença de manchas; os olhos devem ser brilhantes e salientes; as escamas devem ser unidas entre si, brilhantes e fortemente aderidas à pele; as guelras devem possuir cor que vai do rosa ao vermelho intenso, ser brilhantes e sem viscosidade; odor característico e não repugnante.

A conservação será outro ponto em destaque para os consumidores. Após o descongelamento, os pescados só podem ser congelados novamente se cozidos e preparados. No congelamento caseiro, os peixes devem ser mantidos inteiros, mas sem as vísceras. Camarões e lagostas devem ser congelados sem cabeça. Nunca congelar espécies diferentes num mesmo recipiente. Ao manusear o pescado, o vendedor deve utilizar luvas descartáveis e a higiene do local de venda deve ser observada como um todo. Os peixes são alimentos extremamente perecíveis e por isso é necessário tomar muito cuidado com seu manuseio.

Serviço –Orientações para a compra e modo de preparo poderão ser encontradas na cartilha que está disponível no site: www.saude.gov.br.

Com informações do Ministério da Saúde

Do:educadora560.com

Campanha “Eu sou 12 por 8”

Maranhão tem 292 mil pessoas com Hipertensão

Dia 26 o dia de Combate à Hipertensão nos surpreendeu com os altos índices de ocorrência da doença que, vinda nem sempre já na velhice, dificulta a vida de 24,4% dos brasileiros que têm de conviver com ela, em geral, a partir dos 30 anos de idade, segundo o Ministério da Saúde (MS). Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), no Maranhão há cadastrados junto ao órgão 292.972 pessoas hipertensas. Desses, pelo menos 12.000 situam-se na capital, recebendo auxílio – seja quanto a medicamento, seja quanto consultas – da Secretaria Municipal de Saúde (Semus). Sedentarismo e má alimentação são os principais fatores a causar hipertensão.

De acordo com Teresa Carvalho, diretora do Departamento de Assistência ao Trabalhador Idoso, da Ses, 207 municípios do Maranhão constam atualmente no Sistema de Vigilância em Hipertensão e Diabetes. Ainda este mês, as 10 cidades restantes serão incluídas no banco de dados, com o que se conclui o mapeamento do estado. “Em todo o Maranhão o paciente hipertenso pode encontrar tratamento. Os remédios de que ele necessita também são disponibilizados gratuitamente pelo Ministério da Saúde através das secretarias municipais de saúde”, esclarece Teresa Carvalho.

Já Fernanda Tomé, responsável pela coordenação do programa nacional de combate à hipertensão e diabetes em São Luis (o Hiperdia), insiste em que o principal meio de combater índice de hipertensos na capital – 12% da população adulta, índice alto, porém abaixo da média brasileira – reside na reeducação do paciente. “No Centro de Especialidades do Filipinho, o paciente poderá encontrar acompanhamento que agrega a educação física e a alimentar”, garante. (RR).

Por: Susie Moraes

Instalação de 100 Leitos

O Secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, afirmou que conseguiu com o Ministério da Saúde uma autorização para instalar 100 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede pública estadual. Com a medida, haveria um equilíbrio da oferta de leitos com a demanda de pacientes no estado. O anúncio foi feito ontem durante uma entrevista concedida ao Jornal do Maranhão primeira edição, da TV Mirante. Segundo o secretário, em menos de dois anos já foram acrescentados 64 leitos de UTI no Maranhão.

Segundo Murad, somente no Hospital Juvêncio Matos haverá a oferta de 12 novos leitos de UTI pediátricos. Até o momento, o hospital dispõe de apenas 10 leitos desse tipo, o que é considerado insuficiente para atender à demanda. Outros 46 novos leitos de UTI serão destinados para o Hospital Estadual Dr. Carlos Macieira, o hospital do Ipem. “Também vamos ativar outros 12 leitos no Hospital Dutra e pretendemos, posteriormente, colocar 20 leitos no Hospital Regional de Timon e outros 20 no Hospital Regional de Coroatá. Dessa forma, vamos equilibrar a demanda”, destacou.

De acordo com o secretário, o maior problema da falta de leitos no estado se refere às especialidades, pediátrica e adulta. “O problema de UTIs neonatais foi resolvido. Por isso que, a curto prazo, conseguimos a autorização do Ministério para a ativação de novos 100 leitos pediátricos e adultos”, completou.

Déficit – Em abril do ano passado, o Promotor de Justiça Herbeth Figueiredo, titular da Promotoria Especializada em Saúde, denunciou, em entrevista coletiva realizada na sede da promotoria, que os hospitais das redes pública e privada de São Luís apresentaram um déficit de 444 leitos de UTI. De acordo com parecer do Ministério Público, 8.206 pacientes do Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, morreram de 2000 a 2004 por falta de leitos hospitalares.

Na época, o promotor havia afirmado que era necessário que fossem criados em caráter emergencial pelo menos 80 novos leitos de UTI na capital. Ao todo, segundo o levantamento de 2010, São Luís dispõe de 4.796 leitos hospitalares em unidades de saúde da rede pública, e pelo menos 2.204 leitos hospitalares na rede privada, o que totaliza uma média de 7 mil leitos na capital (algo considerado suficiente para atender à demanda). No entanto, a Portaria n°1101/GM, do Ministério da Saúde, diz que para cada mil habitantes, é necessário que uma cidade disponibilize três leitos hospitalares, independentemente de ser público ou particular. Destes, de 4% a 10% devem, obrigatoriamente, ser destinados a UTIs, o que não ocorre no município.

Nota de pesar

Durante a entrevista, Ricardo Murad lamentou a morte do bebê Hanna Ester Aguiar, de apenas 2 meses, que ficou 10 dias à espera de um leito de UTI nos hospitais públicos de São Luís. “Não é possível que se transfira para a família, a responsabilidade de uma internação em leito de UTI quando a criança está em um hospital público. Quem deve ter essa responsabilidade é o gestor, ele tem essa obrigação”, criticou.

Por: William Santos