Tag Archives: Maranhão

COM A PALAVRA

Um dos mais longevos políticos brasileiros, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defende uma mudança na lei para regular o comportamento de ex-presidentes da República. “Nós devíamos ter, no Brasil, uma legislação que não permitisse a nenhum ex-presidente da República que voltasse a qualquer cargo eletivo”, sugere o político maranhense de 82 anos.

Sarney chegou à Câmara como deputado federal pelo Maranhão em 1955. Nunca mais saiu da política. Passaram-se já 57 anos. Foi presidente da República de 1985 a 1990. Em seguida, fez o que agora não recomenda aos demais: disputou e venceu, pelo Amapá, três eleições sucessivas para o Senado. Em 2015, quando termina seu atual mandato, terá completado 24 anos no Congresso.

Em entrevista ao “Poder e Política”, projeto da Folha e do UOL, disse que agora não pretende ser mais candidato a nada. Começa seu rumo à aposentadoria eleitoral no começo de 2013, quando deixa a presidência do Senado. Um pouco melancólico, acha que as “medidas provisórias destruíram o Congresso”, mas não enxerga solução no curto prazo. Defende uma mudança no sistema de governo para o parlamentarismo. “Até lá, nós vamos viver baseados na qualidade do presidente da República de manter o país estável”.

Sobre sua sucessão no Planalto, em 1989, tem uma avaliação sobre o candidato do PMDB a presidente naquele ano: “O Ulysses cometeu um grande equívoco. O equívoco do Ulysses foi achar que rompendo com o governo ele teria o apoio da opinião pública”. A personagem da crítica é Ulysses Guimarães (1916-1992), que naquela disputa ficou com 4% dos votos, rompido com Sarney.

Político moderado e ao longo da carreira posicionado do centro para a direita, Sarney apoiou o governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva. Enxergou ali uma forma de ilustrar sua imagem. Lula, conta Sarney, foi três vezes à casa dele para pedir apoio. “Para mim, era muito bom. Durante todo esse tempo de político [eu era] tido como conservador. Eu vi essa possibilidade de nós termos um operário no poder”. Ao deixar a presidência do Senado, no início de 2013, Sarney pretende ter menos compromissos partidários. Quer desfrutar mais de sua “paixão” pelo Maranhão. “É uma saudade que não passa”.

A seguir, trechos da entrevista realizada em 17 de dezembro:

 

Ao assumir a presidência do Senado o sr. disse que talvez fosse a última eleição que disputaria. É isso mesmo?

José Sarney – Uma vez o Virgílio Távora conversando comigo disse que há duas maneiras de a gente largar a política militante. Ou quando o povo larga a gente, ou quando a gente larga o povo. Nós temos outra, que é a idade. Eu, na minha idade, não posso jamais pensar em ser candidato novamente ao Senado.

Em 2015 o sr. pendura as chuteiras?

A política só tem uma porta. Disse isso no meu discurso de entrada na Academia Brasileira de Letras. Não tem porta de saída. Não poderei deixar de fazer política, de ser político.

Do ponto de vista político eleitoral?

Mandatos eletivos não vou ter mais. Também não quero ter atividades partidárias.

O sr. está com 82 anos. Como está a sua saúde?

Muitas vezes olhamos a nossa fotografia, mas não olhamos as nossas radiografias. Graças a Deus, eu estou bem. Não posso me queixar.

E a política brasileira?

O Brasil tem um gargalo a ultrapassar. A sua organização política. Nossas instituições políticas remontam ao século 19. Nós ainda não conseguimos uma estrutura política como aquelas que servem as democracias modernas e que dão estabilidade.

Por exemplo?

Hoje nós ainda estamos com as medidas provisórias. Essas medidas provisórias destruíram o Congresso. Ao mesmo tempo, jogaram nas costas do Executivo uma função que ele não tem. E jogaram nas costas do Legislativo também algumas funções que ele não tem. A Constituição de 88 transferiu ao Poder Executivo, através das medidas provisórias, a capacidade de legislar.

Então, nem o Congresso funciona na sua plenitude. E, também, o Executivo fica muito dependente dessas medidas. O resultado é que se faz uma legislação circunstancial do dia a dia.

Mas todos os presidentes da República dizem que é muito difícil governar sem o instrumento da medida provisória…

É essa a grande armadilha que foi feita. É porque sem as medidas provisórias, é impossível governar… E com elas, a democracia jamais se aprofundará e as instituições jamais se consolidarão. Quer dizer, o Congresso passou a entrar numa crise que vive até hoje.

De pouco poder?

De não legislar. Ele legisla para sancionar aquilo que o Poder Executivo já legislou, porque já está em vigor. As medidas provisórias. É isso que eu chamo de o grande gargalo.

A solução…

No Império, quando a Constituição passou a não funcionar, foi feito um ato adicional. O ato adicional, então, conseguiu estabelecer como funcionaria o regime parlamentarista, criou o conselho de Estado. Ao mesmo tempo, transformou o poder moderador para que o país pudesse realmente funcionar como funcionou. Em algum momento, nós vamos ter um instrumento dessa natureza. Ou uma constituinte limitada para colocar a Constituição de 88 em termos de tornar o Brasil com uma governança moderna. A Constituição é híbrida sobre esse ponto. É ao mesmo tempo parlamentarista e presidencialista. Nossa Constituição é tão falha que nós já temos 67 emendas constitucionais. Os artigos que têm nessas emendas são superiores aos artigos da Constituição. E temos em tramitação no Congresso 1.500 emendas constitucionais. E já passaram pelo Congresso nesses anos 3.500 emendas constitucionais.

No caso das medidas provisórias, algum presidente será generoso a ponto de entregar esse poder ao Congresso?

Esse é um ponto que nós temos. É que ninguém abdica de poder.

E como fazer?

Não se faz a reforma política porque todos os que estão em mandatos eletivos pensam que vão perder as condições que os levaram à conquista do mandato. E não se faz a reforma das medidas provisórias porque os presidentes acham que vão perder uma força muito grande.

Quando e como isso será resolvido?

Como todas as coisas de Estado se resolvem. Quando a crise se tornar paroxística.

Não é agora, então?

Não é agora. Confesso que não vejo, numa visão de médio prazo, nenhuma possibilidade de que isto possa ocorrer. Como também eu estou no Congresso há 54 anos e vejo se falar em reforma política todo o tempo. E eu, às vezes, me entusiasmo, até tenho tido várias iniciativas. Digo: “Agora, nós vamos fazer”. Mas, evidentemente, quando o assunto entra em marcha, não vai. Não avança.

Quando avançará?

Esse assunto só vai ser resolvido quando nós mudarmos do regime presidencialista para o regime parlamentarista. Eu acho hoje que nós devemos entrar no regime parlamentarista. Por quê? Porque nos momentos de crise, cai o governo. E a estrutura continua estável. Não cria crise. Aqui, no regime presidencial, qualquer crise atinge o próprio governo. Para sair disso, é muito difícil.

No Império, nós tivemos o Poder Moderador. Na República, quando começou a República, começou logo a ter os seus problemas. Primeiro foram as eleições. Como fazer eleições se o povo quer votar no regime monárquico? Chegou ao ponto em que o ministro da Justiça, que era o Campos Sales, fez uma reunião e disse: “Olha, temos que fazer uma legislação para fraudar a eleição”.

Foi a chamada República Velha, com aquela legislação em que o Pinheiro Machado ficava na porta do Congresso reconhecendo os mandatos. “Esse é nosso. Entra. Esse é mais ou menos, corta”. É isso que aconteceu. O que deu? Nas crises, as Forças Armadas queriam e assumiram essa função de poder moderador. Elas mesmas diziam ter “destinação histórica” e começaram com as intervenções militares. Essas intervenções militares foram, periodicamente, se manifestando ao longo das crises que se criavam no Brasil. Numa democracia moderna, amadurecida, essa função de poder moderador é feita nos países parlamentaristas. Países presidencialistas têm muito pouco no mundo hoje. A não ser países autoritários, com ditadores.


Os EUA são uma exceção?

Uma exceção, mas é muito diferente. O sistema americano funciona, mas o Congresso também funciona fiscalizando o Executivo permanentemente. É um regime muito diferente. Realmente, a federação existe. No Brasil, não existe mais a federação.

E como será até chegar o parlamentarismo?

Até lá, nós vamos viver baseados na qualidade do presidente da República de manter o país estável.

Alguma coisa será aprovada no curto prazo do que se chama reforma política?

Duas coisas vão ser aprovadas. Primeiro, o financiamento de campanhas. Isso aí, nós vamos aprovar. Essa é uma parte que vai se fazer.

O que mais?

Proliferação de partidos. Vai se encontrar uma solução porque todos já estão sentindo que é impossível. Principalmente agora que a Justiça decidiu que eles têm acesso imediato ao fundo partidário e à televisão. Está acontecendo um fenômeno que está matando os partidos grandes. Porque ninguém quer mais concorrer em partido grande. O que todo mundo faz: vendem-se pequenas legendas, fazem esses acordos espúrios em nível baixo. Então, os candidatos que são eleitos têm votação que às vezes correspondem a um terço da votação, ou muito menos do que isso, dos candidatos que foram eleitos nos grandes partidos.

Ainda existe o risco de volta dos militares?

Isso afastamos definitivamente. O Brasil superou essa fase.

E quais valores emergiram no lugar?

Primeiro, estamos atravessando o maior período em que o país já teve de estabilidade constitucional sem nenhum problema, nenhuma ruptura. Funcionou de tal maneira que tivemos até um impeachment de um presidente. E o país caminhou. A Constituição de 88, se por um lado deu problemas, por outro deu uma estabilidade muito grande que o país necessitava, que foi a sua visão social. Nós entramos com uma visão social e não somente com a visão econômica que tínhamos. Isso fez com que tivéssemos uma paz social. O povo participou mais da riqueza nacional. Nós tivemos essa grande melhoria de vida do povo e alguns valores emergiram. O valor da liberdade. O valor da igualdade. A busca da transparência.

É quase a revolução francesa…

Liberdade, igualdade, também, e fraternidade. Fraternidade o povo brasileiro já tem no fundo. Nós já temos uma massa capaz de manobrar a fraternidade porque, realmente, nós temos uma formação de um povo pacífico.

Mas o patrimonialismo persiste.

Esse é um fenômeno histórico que vem da colônia. Os portugueses vieram para cá não para criar uma nova pátria, mas para enriquecer. Naquele tempo, à custa de quê? A custa do Estado. E voltar para a metrópole.

Ao longo do tempo, essa mentalidade foi a do Estado protetor. O Estado que faz tudo. De onde saem todas as dádivas. Tudo acontece por causa do Estado. Até mesmo hoje isso remanesce.

Todo mundo quer uma lei. É que nós vemos no Congresso. Ninguém sabe quantas leis temos no Brasil. Trezentas mil? Ninguém conhece. Todas buscando proteger, de alguma maneira, alguma coisa. As carreiras. Todo mundo quer estender o seu poder, os seus benefícios. Participar do Estado protetor.

Agora em 2012 o Senado aprovou a regulamentação da profissão de historiador…

Para você ver a que ponto nós estamos chegando. Até profissão de historiador. Quer dizer, agora eu até não sei se estou me excedendo quando escrevo sobre história, não é? [risos].

Além do patrimonialismo na relação com o Estado, há o personalismo na política…

É porque os partidos políticos no Brasil praticamente não existem. Nós não temos uma tradição de partido nacional. Partido nacional no Brasil foi tratado na Lei Agamenon Magalhães de 1946. Outros países da América Latina tinham partidos centenários. E nós [não]. Por quê? Porque nós tínhamos partidos estaduais. Essa tradição de partido estadual remanesce até hoje.

Se olharmos bem, vamos verificar que os partidos são ainda regionais. Quando os militares assumiram o poder em 1964, acabaram com os partidos. Mas foram obrigados, por essa tradição brasileira e pelas realidades locais, a criar as sublegendas. Que, na realidade, ao invés de ter dois partidos que eles criaram [Arena e MDB], naquele tempo com 23 estados, eles dobraram. As sublegendas se disseminaram e ficaram como partidos. Quando se fundou o Partido Libertador, foi do Rio Grande do Sul. O Partido Republicano era um partido mineiro. Hoje, os grandes partidos são todos de São Paulo. A partir de São Paulo, nos Estados eles funcionam quase como registradores de candidatos nas eleições. Do PMDB de São Paulo, nasceu o PSDB. O PT é um partido também que nasceu em São Paulo. Se nós estudarmos cada um deles, vamos verificar que a origem é estadual.

Algum partido é mais nacional?

Nenhum.

Nem o PT?

Não. O PT não foi fundado como um partido, mas como uma federação de tendências num mundo ainda profundamente marcado pela ideologia que desapareceu. É difícil o PT ter unidade.

Mas o PT tem um amálgama que é o ex-presidente Lula.

Ele [o PT] tem uma coisa que, no Brasil, os partidos nunca tiveram. Como um partido de massa, ele se transformou num partido da classe operária. O modelo do PT é de um partido de massa. Baseado muito nos partidos europeus que têm também o seu braço sindical. O PT tem as suas centrais [sindicais] e capacidade de mobilização.

Como foi sua reconciliação com o ex-presidente Fernando Collor?

Nós não tivemos um momento de reconciliação porque, no meu temperamento, eu não gosto de declarar guerra a ninguém. Podem declarar a mim. Mas eu não aceito adversário voluntário. Eu me coloco como se fosse uma terceira pessoa nesses fatos. No caso, nunca tive problema de natureza pessoal com o presidente Collor. No governo, ele me atacou muito. Na campanha ele me atacou muito. Todos eles. Não tive um candidato que me defendesse. Era difícil sobreviver.

Por que Ulysses Guimarães, candidato a presidente pelo PMDB, também partido do sr., não o defendeu em 1989?

O Ulysses cometeu um grande equívoco: achar que rompendo com o governo, ele teria o apoio da opinião pública. Na realidade, nenhum governo em qualquer situação deixa de ter, no mínimo, 20% de apoio na opinião pública. O Ulysses resolveu que até na convenção proibissem que os candidatos do PMDB subissem com os nossos ministros que eram do PMDB no palanque. Isso foi uma decisão tomada pelo então [candidato à] vice-presidente, Waldir Pires. Diante disso, o PMDB não podia ter legitimidade popular para atrair os que eram contra o governo. O PMDB tinha sido instituidor do governo. Tinha participado do governo. Participava do governo. Então, abriu esse espaço. Entrou o PT e entrou o Collor -que não sendo atraído pela parte ideológica, tinha entre todos os outros partidos a opinião nacional, classe média, classe conservadora.

Com essa fragilidade, nas eleições de 89, Lula foi para o segundo turno com 16% do eleitorado. O Ulysses teve 4%. Se ele tivesse tido o nosso apoio, se ele tivesse se integrado às nossas forças, porque eu dei liberdade a todos os meus amigos, os nossos ministros, ele teria no mínimo 20%, 25% e iria para o segundo turno. Inevitavelmente, seria eleito. Ele foi vítima dos seus próprios companheiros.

 

Ulysses ajudou a cristalizar a fragmentação já existente

no PMDB?

O PMDB se fragmentou todo quando ele perdeu a perspectiva de poder. Sabiam todos que o Ulysses não seria eleito, que essa estratégia tinha falido. Então, o PMDB se fragilizou.

Em 1989, Lula e o PT o criticaram. Agora, são seus aliados. O que se passou?

Eu acho que durante a campanha de 89 ele não me atacou tanto pessoalmente. O Collor era muito mais pessoal. Lula atacava mais o governo. Não tivemos esse embate de pessoa a pessoa. Não tive nenhuma ligação com o Lula. Mas quando eu escrevia na “Folha de S.Paulo”, quiseram fazer uma campanha contra o Lula. Eu era absolutamente adversário do Lula, tinha uns 15 anos depois que eu já tinha deixado o governo. Eu fiz um artigo “A Lula o que é de Lula”. Dizendo que ele, sendo um líder operário, não podia ser atacado da maneira como ele estava.

Teve algum momento em que conversaram pessoalmente naquele período?

Nunca conversei pessoalmente com o Lula naquele período.

E no governo Lula?

Olha, dizem assim: “O Sarney está apoiando o governo”. Eu nunca saí da minha casa para ir à casa de ninguém e dizer assim: “Eu vim aqui para lhe apoiar”. O Lula foi à minha casa três vezes. Na campanha dele. Buscaram o meu apoio em companhia do José Alencar. A conversa era no sentido de apoiar-lhe. Eu achei que era do meu dever. Para mim, era muito bom. Durante todo esse tempo de político [eu era] tido como um político conservador. Eu vi essa possibilidade de nós termos um operário no poder. De concluir o ciclo republicano com 100 anos da República. Nós saímos dos baixareis que fizeram a República: Prudente de Moraes, Campos Sales. Já entramos no Rodrigues Alves, que era um dos barões do café e era monárquico. Percorremos os militares que ocuparam [o poder]. E chegarmos a esse período com um operário no poder. Nenhuma classe brasileira pode dizer que esteve fora das decisões nacionais. Isso me deu a responsabilidade de dizer que eu, apoiando o Lula naquele momento, afastava um pouco o medo que se tinha, nacionalmente, de que o Lula ia fazer uma revolução socialista.

Como seria institucionalmente correto o Brasil cuidar de seus ex-presidentes da República?

Eu acho que nós devíamos ter, no Brasil, uma legislação que não permitisse a nenhum ex-presidente da República, deixando o governo, que ele voltasse a qualquer cargo eletivo.

Devia ser proibido?

Devia ser proibido.

Contrariando, inclusive, a sua carreira, a de Itamar Franco e de vários?

Devia ser proibido. Devia-se dar ao ex-presidente da República as condições para ele exercer as funções do ex-presidente da República.

Quais são elas?

Tendo sido um presidente da República, é detentor de informações muito preciosas. Ele é detentor de uma visão do Brasil, do seu país, em nível internacional, da sua inserção a nível mundial. Pode ser um braço não governamental das negociações em que o governo não pode entrar diretamente, para ser um homem apaziguador. Essa é a função do ex-presidente, como ele exerce nos Estados Unidos. Mas ele tem que ter condições.

Quais condições?

O Estado devia dar-lhe uma pensão de sobrevivência [ao ex-presidente], assegurar um escritório, viagens, segurança permanente. Porque um ex-presidente deixa no governo inimigos, deixa pessoas no mundo dessa natureza.

Hoje um ex-presidente tem direito à segurança e a uma pensão…

Não, pensão não tem. Tem direito à segurança, isso a legislação brasileira assegura. São seis pessoas que formam seu staff. A segurança e mais três assessores.

O Estado paga os salários desse staff?

Desse staff.

O que mais deveria ter?

Exatamente o que tem nos Estados Unidos, não mudaria nada.

Descreva.

Ele [o ex-presidente] tem direito a um escritório. Forma o seu escritório numa repartição pública qualquer. O governo dá a ele, ou ele estabelece o escritório. Dá uma verba anual de representação, paga esses funcionários lá da representação, as pessoas que trabalham lá com ele. Dá condições de mobilidade, dá segurança e dá apoio ao ex-presidente. Com isso, o [Jimmy] Cárter [ex-presidente dos EUA] viaja o mundo inteiro. O [Bill] Clinton tem feito a mesma coisa. Todos os ex-presidente americanos fazem isso.

Mas por que então o sr. como ex-presidente voltou para a vida eleitoral?

Naquela época em que eu tinha deixado a Presidência, eu não pensava em voltar à política. Mas houve o problema do Collor. Todas as forças políticas que tinham ficado contra mim foram me pedir que eu voltasse. Porque com esse temperamento moderador, do diálogo, de sempre procurar harmonizar conflitos, eles achavam que era importante a minha presença dentro do Congresso Nacional. Eu aceitei voltar para prestar um serviço ao país naquele momento.

Mas não era novidade porque o Rodrigues Alves também voltou. O Itamar Franco, o Getúlio [Vargas], o Juscelino [Kubitschek].

O sr. não aconselharia o seu agora aliado Lula a disputar um cargo em 2014?

Em teoria, eu estou lhe dizendo o que acho que deveria ser a Presidência da República. Mas essas são decisões pessoais, que cada um tem que tomar.

O sr. vê ânimo no Congresso para aprovar algo como o sr. defende?

Não. A primeira coisa que dizem é que não se pode dar privilégio, que considera-se isso privilégio. Mas, na realidade, não é privilégio. O país está investindo nos seus homens públicos, que se deve preservar.

Hoje, 17 de dezembro de 2012, quando estamos gravando esta entrevista, o jornal “O Estado de S. Paulo” publica que está sob censura há 1.235 dias, por decisão judicial, impedido de divulgar dados de uma operação da Polícia Federal que investigou seu filho, Fernando Sarney. Por que esse caso dura tanto tempo?

Os advogados entraram com essa ação. No dia que deu entrada, eu publiquei uma nota dizendo que não concordava. Por quê? Sempre tive a tradição de defender a liberdade de imprensa e todos os seus setores no Brasil.

Mas por que imediatamente não retirou [a ação] então?

Retirou.

Mas demorou para retirar…

Não demorou…

…Alguns meses.

Demorou alguns meses para retirar, mas ele retirou…

O governo anterior do ex-presidente Lula e setores do PT, até hoje, falam sobre a necessidade de haver um “controle social da mídia”. O que o sr. acha disso?

Eu sou contra qualquer controle de mídia. Nunca a imprensa foi tão dura com um presidente da República quanto como foi comigo no meu tempo. Mas alguns excessos de liberdade de imprensa são corrigidos pelo tempo.

Cabe ao Senado sabatinar os indicados para o Supremo Tribunal Federal. Essas sessões de sabatina são quase uma homenagem. Como melhorar isso?

É ter uma consciência de quem é indicado para ministro do Supremo Tribunal, como para os outros cargos públicos, deve se submeter ao Senado não como se já fosse ministro, mas como um pleiteante que suas qualidades devem ser julgadas e avaliadas. Os senadores que fazem parte da comissão, que vão inquirir, devem aprofundar, ter a noção de que ali não está a pessoa que já é detentora do cargo, mas que está sendo sujeita ao seu exame. Eu concordo perfeitamente com você.

Deve se repetir a chapa PT-PMDB com Dilma para presidente e Michel Temer de vice?

Acredito que sim. Eu acho que não há nada que possa dizer que não deva ser. A aliança com o PT e com o PMDB, ela hoje não tem nenhum problema.

O senador Renan Calheiros deseja ser seu sucessor como presidente do Senado. Está trabalhando para conseguir os apoios. Quais são as chances de Renan Calheiros?

Dentro do Senado, nós temos o regimento que manda que a Comissão Diretora da Casa seja constituída com a proporcionalidade dos partidos. Assim, o partido majoritário indica o presidente. E os outros indicam proporcionalmente para os outros cargos. Então é dentro das bancadas que se vai fazer a escolha. Nós devemos respeitar a decisão da bancada. Agora, ele [Renan] é um nome de grande expressão dentro da bancada.

Outros poderiam ocupar a mesma posição?

Não vejo ninguém pleiteando, exceto Renan.

Ao deixar de ser presidente do Senado, como será a sua rotina a partir de 2013?

Você sabe que os homens que viajam no espaço, quando eles entram na atmosfera da Terra, eles vão se adaptando à atmosfera, a essa situação que se cria. De maneira que eu já estou nessa fase, preparando-me para deixar a vida parlamentar, que é muito difícil.

Mas quais são seus planos?

Assim que eu deixar o Senado, que não tiver compromissos partidários, eu acho que é muito difícil eu resistir à paixão de voltar ao Maranhão. É uma saudade que não passa.

Revista Caras e Nomes In Blog

ROSEANA DE VOLTA AO INTERIOR

Governadora do Estado do Maranhão, Roseana Sarney

A governadora Roseana Sarney (PMDB) retorna hoje ao interior maranhense, mais precisamente à região dos Cocais. Vai inaugurar e vistoriar obras nos municípios de Codó, São João do Sóter, Timon e Caxias.

– Vamos assinar ordem de serviço para início do Hospital Macroregional de Caxias; entregar hospital de 20 leitos em São João do Sóter; delegacias regionais em Codó e Timon; ver o andamento de obras de estrada e do Minha Casa Minha Vida; e dar início a cursos de capacitação de jovens – listou Roseana, declarando-se feliz por poder voltar à região.

A visita começa nesta quinta-feira, com a entrega do novo prédio da Delegacia Regional de Codó, investimento de R$ 428 mil. Em seguida, Roseana vai a São João do Sóter, onde inaugura um hospital de 20 leitos, nos mesmos moldes dos já entregues em outras cidades.

Ainda nesta quinta-feira, a governadora vai a Timon, onde assiste a aula inaugural do Programa Maranhão Profissional e inaugura outra delegacia, que teve investimento de R$ 420 mil.

Esta etapa do governo itinerante se encerra amanhã, em Caxias, onde Roseana visita conjunto habitacional do programa “Minha Casa , Minha Vida” e assina ordem de serviço para construção do Hospital Macroregional.

Do Blog do Marco Aurélio D’Eça

 

Declaração de Edinho, não significa desistência de Lobão para 2014

Edson Lobão

As declarações do senador Edson Lobão Filho (PMDB) durante entrevista para sua própria televisão, a Difusora, sobre o provável candidato do grupo Sarney em 2014, o secretário de Infraestrutura, Luis Fernando Silva, surpreendeu muita gente.

Setores da imprensa consideram os elogios ao preferido da governadora Roseana, um sinal de que os Lobão estariam dispostos a abraçar a candidatura de Silva. Mas, a oposição pensa o contrário disso e tem outra interpretação para o episodio.

Membros da oposição na Assembleia Legislativa não consideram as declarações elogiosas de Edinho Lobão como um sinal claro de apoio à candidatura de Luis Fernando e muito menos uma desistência definitiva de seu pai como candidato em 2014.

Para eles, a fala de Lobinho é cortina de fumaça para acalmar os ânimos dentro do grupo e fora dele. Tocar fogo nessa disputa é prejudicial para ambas às partes. Na lógica da oposição  Lobão continua vivo na disputa interna pelo apoio do grupo Sarney.

“Em abril, a governadora Roseana levanta da cadeira para disputar sua eleição ao Senado Federal. Quando isso acontecer, Luís Fernando perde força, já que ele é candidato dela. O nome de Lobão se fortalece puxado pelo peso do PMDB e do senador João Alberto.

Por outro lado, essa a única interpretação que cabe à oposição, já que para os governistas, o nome de Luis Fernando é o único capaz de superar o discurso surrado de oligarquia Sarney e vencer Flávio Dino.

O deputado Roberto Costa já chegou a afirmar da tribuna da Assembleia que a oposição tem medo de Luis Fernando. A segurança do governo no nome de Silva está toda baseado em pesquisas qualitativas, que o apontam como caminho mais seguro para uma possível vitória nas urnas em 2014.

 

Do Blog do Marcelo Vieira

Enzo Park em Pinheiro – Ma

Um dos maiores empreendimentos turísticos do Norte e Nordeste

Um dos maiores empreendimentos turísticos do Norte e Nordeste

Digno dos melhores resorts, 50 apartamentos entre duplos e triplos, ar condicionado Split, TV de LED, piscinas adulto e infantil, play-ground aquático, rio lento, cachoeira artificial, salão de festas, bares, restaurante, campo de futebol, trilha ecológica, espaço para eventos, salão de beleza e um requinte inigualável presente nos pequenos detalhes. Tudo isso em uma área de 100.000m² para seu total conforto e bem estar. E o melhor de tudo apenas 85 km de São Luís e 400 km de Belém.

Baixada Maranhense.

A cidade de Pinheiro-Ma 

Um lugar privilegiado pela natureza, um encanto que atrai os olhares logo no inicio da viagem. Ao pegar o ferry boat, o turista se emociona com a revoada das gaivotas ao redor do navio e com a imensidão do mar que só termina quando a viagem chega ao fim. Após atravessar a Baía de São Marcos, apenas 84 km de carro levam ao destino referido acima. A acolhedora cidade de Pinheiro, já era considerada um dos destinos turísticos do maranhão por possuir um dos melhores Carnavais do Estado. Agora, o pantanal maranhense ganhou um motivo ainda maior para ser referência nacional. Um dos maiores empreendimentos turísticos do país o Enzo Parque, criado e administrado pelo empresário Biné Vieira chegou para alavancar de vez o progresso na cidade que tem o título de “a princesinha da baixada”.

Com o título importante de cidadão pinheirense por prestar serviços relevantes a comunidade, o empresário afirma que cidade de Pinheiro foi escolhida para receber esse projeto pela sua centralização. São 26 municípios que fazem parte da região da baixada Maranhense, com uma população em torno de um milhão de habitantes. Além disso, Pinheiro possui um grande potencial aquático. Com uma pista de pouso de 1700 metros, o aeroporto construído pelo filho mais ilustre da cidade, o ex-presidente da república e atual presidente do senado José Sarney, não deixa nada a desejar de outras pistas de pouso no país. As 05 agências bancárias, as lojas bem localizadas, as praças arborizadas e atrativas, e uma peculiaridade: no meio da cidade há um parque de babaçus fazem desta cidade um recanto incomparável.

 

O Parque

Cardápio variado com o melhor da culinária brasileira, espécie exóticas de aves, nascente e rios. Tudo isso já descreveria um lugar agradável onde certamente milhares de pessoas gostariam de passar seus fins de semana. Mas não se resumem aí os atrativos do Enzo Parque. O empresário Biné Vieira não poupou esforços para fazer deste um empreendimento diferente. Com trilhas ecológicas, rio lento, pesque e pague, piscinas adulto e infantil, play-ground aquático, salão de festas, restaurantes, espaço para eventos e salão de beleza, o Enzo Park oferece diversão e encantamento àqueles que têm a honra de visitá-lo. As belas esculturas, os patos nadando nos rios, os pavões desfilando suas cores em todo o parque, os jussarais belíssimos, trazem um convite irrecusável a um contato direto com a natureza.

O Parque

Um turismo diferente

Com o objetivo de transformar o parque maranhense em uma referência mundial, o empresário não para de investir. Entre os grandes projetos que ele executará estão a construção de um Acqua Show e uma pista de esqui. O Acqua Show é um balde enorme que ao ser enchido derrama sobre a cabeça das pessoas que podem se divertir com os inúmeros brinquedos que ficam dentro do balde. A pista de Esqui é uma peculiaridade, rara e fiel a verdadeira pista de esqui do mundo.  Só tem em cruzeiros muito grandes e no Brasil só existe no Parque de Thermas dos Laranjais, no estado de São Paulo. “As pessoas vão esquiar como se estivesse na neve”, diz o empresário.

Enzo Park um turismo diferente em Pinheiro-Ma

Além disso, idéias revolucionárias, como o adestramento de cavalos pantaneiros, e búfalos, que são muito presentes na região da baixada. Dessa forma, o turista pode conhecer tanto as belezas naturais quanto os animais dessa região. Os barcos catamarãs, adaptados a regiões alagadas também serão uma opção de passeio ao turista, que depois de tudo isso ainda pode conhecer as regiões vizinhas na aeronave colocada a sua disposição. O hotel, localizado dentro do parque, também será ampliado, serão no total 110 quartos oferecendo ainda mais conforto para os turistas e visitantes.

Um investimento ainda maior será o rio temático, com uma cachoeira de 30 metros de altura e um escorregador com 300 metros, levará o visitante até o jussaral localizado dentro do parque e vai passar pelo campo de futebol.

Ideias revolucionárias

Celebridades que visitam o Enzo Park

Perfil

Ele emana simplicidade, bom humor e espiritualidade jovial. Assim é Biné, um desses homens agradáveis com quem sentimos prazer em estar ao seu lado, seja para tomar um simples café, fazer uma trilha logo de manhã ou simplesmente jogar conversa fora. Depois de citar tudo isso, nem parece que estou falando de um dos maiores do nordeste nos últimos anos. “Dalva Lemos” (Diretora da revista Caras e Nomes).

Diretor presidente do Enzo Park

Biné Viera

Suas maiores conquistas

O seu maior empreendimento não é o Enzo Parque, mas sim a família que construiu ao longo da vida. Os filhos, Daercio Vinicius, estudante, Pós-Graduando em Economia na PUC de São Paulo, Brena de 19 anos, estudante de Odontologia no UNICEUMA, a filha Bruna, que estuda em Goiânia e finalmente o Enzo de 09 anos, que não consegue esconder a vaidade por ver que seu nome foi dado ao empreendimento do pai. A esposa Ana Célia Barros, é sua companheira de todas as horas e o auxilia na administração do Parque.

Biné Vieira e suas maiores conquistas

Seus projetos, suas grandes ações, seu modo peculiar de tratar as pessoas, sua determinação em promover o bem o trouxeram até onde estar hoje. As oportunidades abraçadas, as chances não desperdiçadas, o respeito pelo próximo e a garra para vencer todas as dificuldades servem de exemplo para quem quer alcançar um objetivo, assim como Biné Vieira alcançou o seu.

Ao contemplar seu grande empreendimento ele não deixa de retornar à infância quando tudo isso era apenas sonho de um garoto do interior. Aproveitando os momentos de folga ele passeia pelo parque em seu quadriciclo e sente-se realizado por saber que o sonho está sendo vivido por si mesmo e por todos aqueles que sonharam junto.

 

Revista Caras e Nomes em Matéria sobre o Enzo Park.

Maranhão adere a campanha ‘1 bilhão de turistas’

A Organização Mundial do Turismo (WTO) celebra, nesta quinta-feira (13), a viagem do bilionésimo turista pelo mundo no período de um ano. Apesar de simbólica, a comemoração reflete o esforço de todo o mundo em fazer movimentar uma das maiores indústrias, o turismo. O Maranhão aderiu a iniciativa do Ministério do Turismo que apoia a campanha “1 bilhão de turistas. 1 bilhão de oportunidades”, porque acredita na geração de riqueza por meio da criação de emprego e renda oriundos a partir da atividade do setor.

De janeiro a novembro deste ano, o Estado recebeu aproximadamente dois milhões e seiscentos mil turistas. Do total, boa parte veio a negócios, lazer e visita a parentes. Além de São Luís, os principais polos visitados foram Lençóis Maranhenses e Chapada das Mesas.

O turista que escolheu o Maranhão para férias além do acervo arquitetônico de São Luís também optou por passeios nos lençóis e visita ao Complexo Chapada das Mesas que engloba cachoeiras e esportes radicais como tirolesa, trekking e rapel.

No Brasil, o turismo cresceu em 2012 uma média de 6%, o dobro da média mundial de 3%. O país responde também por 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e gerou cerca de 2,8 milhões de empregos, segundo dados do IBGE.

Secom

 

Gestores recebem, nesta segunda-feira, ‘Selo Unicef Município Aprovado’

Nesta segunda-feira (10), trinta e oito município maranhenses vão receber o “Selo Unicef Município Aprovado”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que reconhece os avanços na área da infância e adolescência no Estado do Maranhão. O evento ocorre às 17h30, no Teatro da Cidade de São Luís, no Centro da capital maranhense, em parceria com a “Comissão Estadual do Pacto um Mundo para a Criança e o Adolescente no Semiárido” e da “Agenda Criança Amazônia”.

Os municípios de Codó, Coelho Neto e São João dos Patos foram destacados como tricampeões do selo, mantendo projetos que visam a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescente desde a primeira edição, em 2005. A coordenadora da Unicef no Maranhão explica que o “Selo Unicef Município Aprovado” resulta, também, em um aumento da responsabilidade dos gestores e participação da sociedade no processo.

Campanha ‘Pense rosa’

Com o objetivo de promover a conscientização sobre câncer de mama e sobre a importância da realização da mamografia, chega, ao Maranhão, a campanha “Pense rosa”, iniciativa da empresária e fundadora da ONG Orientavida, Celeste Chad, e da empresária Patrícia Figueiredo. A campanha foi idealizada em 2009 e faz parte do movimento mundial “Outubro rosa”, surgida na Califórnia (Estados Unidos), em 1997. O lançamento, no Maranhão, ocorre nesta segunda-feira (26), às 19h, no Pestana São Luís Resort Hotel, no Calhau. O evento é aberto ao público.

No Estado, a iniciativa tem como coordenadora a juíza federal Andréia Sarney Moruzzi, conta com a produção e apoio local de Rafaela Albuquerque e Raphael Saldanha e apoio do governo federal e Banco do Brasil. “O objetivo é a gente mobilizar e conscientizar as mulheres acima de 40 anos sobre a importância da realização da mamografia anual, para a detecção precoce do câncer de mama. A campanha faz parte de um movimento mundial de combate ao câncer de mama. A ideia é mobilizar a sociedade civil, órgãos públicos e empresários para perceber que o câncer de mama, hoje, é a segunda causa de morte feminina. Entre os cânceres, é a primeira causa de morte entre as mulheres”, empresária Patrícia Figueiredo.

Entre as ações previstas, está a realização de mutirões de mamografia, acompanhamento de mulheres e caminhadas. O exame é a principal estratégia para diagnóstico precoce do câncer de mama. “Você detectar o câncer quando ele está em fase inicial garante acesso a um tratamento adequado, com maior chance de cura. Dependendo do tipo de câncer, você tem até 95% de chance de cura. Existe uma estatística, hoje, de que um em cada cinco novos casos de câncer de mama já apresenta metástase, isso significa que ele já foi detectado tarde”, completa a empresária.

Escola do Maranhão tem a pior média do Enem

O Centro de Ensino Aquiles Lisboa, da cidade de São Domingos do Azeitão, foi considerado a pior escola do Brasil, na média geral do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2011. A lista, com 10.077 escolas públicas e privadas de todo país que tiveram participação de mais de 50% dos alunos, foi divulgada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) nesta quinta-feira (22).

Os dados levam em consideração alguns critérios, como as médias da prova de matemática, de códigos e linguagens e redação, e avalia, também, a taxa de participação dos alunos no exame. No caso da escola de São Domingos do Azeitão, apenas 52% dos alunos participaram do Enem. A média da prova de matemática foi de 397,69 pontos e a da prova de redação foi de 334 pontos. Já na de Códigos e Linguagens a média foi de 407,49. A média geral foi de 383,71 pontos, numa escala que vai até 1.000.

Outras quatro escolas do Estado ficaram entre as 10 piores escolas do Brasil no exame: O Centro de Ensino José Maria Araújo – Anexo I, em Olinda Nova do Maranhão, teve o 3° pior desempenho, com média geral de 393,52 pontos; Na 5° posição está o Centro de Ensino Maria do Socorro Almeida Ribeiro Anexo III-Limão, em Centro Novo do Maranhão, com 394,55; na 6° colocação Centro de Ensino Leda Tajra-Anexo Juçara, no município de Buriti Bravo, com 396,54 pontos e em 10° lugar, o Centro de Ensino Lucas Coelho, em Benedito Leite, com média geral de 397,20 pontos.

Melhores escolas do Brasil e do Maranhão

Entre as escolas com melhor desempenho em todo Brasil aparece, em primeiro lugar, a escola Objetivo Colégio Integrado, colégio privado da cidade de São Paulo, com média geral de 737,15 pontos.

Já numa de lista das 100 melhores escolas brasileiras em média geral no ENEM 2011, apenas 10 são públicas. Na média da prova de matemática quem apareceu em primeiro lugar foi a escola Objetivo Colégio Integrado, com média de 847,57 pontos . Quanto à prova de Redação, a primeira colocada foi o Colégio Elite Vale do Aço, de Ipatinga (MG), com média de 830,37 pontos.

No Maranhão, a melhor colocação foi a do Centro Educacional Montessoriano Reino Infantil, na posição 165, com média geral de 643,62 pontos. Dentre as melhores escolas do Estado, aparecem, ainda, a Escola Crescimento, o Centro de Ensino Upaon-Açu, o Colégio Educator, O Colégio Dom Bosco e o Instituto Federal do Maranhão (IFMA).

As escolas que tiveram menos de 10 alunos participantes, não tiveram suas pontuações divulgadas.

CONFIRA A LISTA DAS 10 MELHORES ESCOLAS DO BRASIL EM MÉDIA GERAL, NO ENEM 2011

1 – OBJETIVO COLÉGIO INTEGRADO – SAO PAULO (SP) – 737,15 pontos

2 – COLÉGIO ELITE VALE DO AÇO – IPATINGA (MG) – 718,88 pontos

3 – COLEGIO BERNOULLI – UNIDADE LOURDES – BELO HORIZONTE (MG) – 718,18 pontos

4 – VERTICE COLÉGIO UNID II – SAO PAULO (SP) – 714,99 pontos

5 – COLÉGIO ARI DE SA CAVALCANTE – FORTALEZA (CE) – 710,54 pontos

6 – INSTITUTO DOM BARRETO – TERESINA (PI) – 707,07 pontos

7 – INTEGRADO DE MOGI DAS CRUZES OBJETIVO COLÉGIO – MOGI DAS CRUZES (SP) 706,12 pontos

8 – COLÉGIO DE APLICACAO DA UFV – COLUNI – VIÇOSA (MG) – 704,28 pontos

9 – COLÉGIO SANTO ANTÔNIO – BELO HORIZONTE (MG) – 702,31 pontos

10 – COLÉGIO DE SAO BENTO – RIO DE JANEIRO (RJ) – 702,16 pontos

CONFIRA A LISTA DAS 10 PIORES ESCOLAS DO BRASIL EM MÉDIA GERAL, NO ENEM 2011

1 – C.E. AQUILES LISBOA- SÃO DOMINGOS DO AZEITÃO (MA) – 383,71 pontos (334 pontos na redação – 358,85 de média)

2 – UNIDADE ESCOLAR JOÃO PEREIRA DE SOUSA – FRANCISCO AYRES (PI) – 391,39 pontos

3 – C.E. JOSÉ MARIA DE ARAÚJO – ANEXO I- OLINDA NOVA DO MARANHÃO (MA) – 393,52 pontos (306,25 pontos na redação – 349,88 de média)

4 – ESCOLA PROF. DIMAS MOZART E SILVA – TAQUARITUBA (SP) – 394,48 pontos

5 – C.E. MARIA DO SOCORRO ALMEIDA RIBEIRO ANEXO III-LIMÃO- CENTRO NOVO DO MARANHÃO (MA) – 394,55 pontos (308 pontos na redação – 351,27 na média)

6 – C.E. PROFESSORA LÊDA TAJRA – BURITI BRAVO (MA) – 396,54 pontos (372,5 pontos na redação – 384,52 na média)

7 – E.M.E.I.E.F.C.N.N.M. LÍDIA CABRAL DE SOUSA – AGUIAR (PB) – 396,69 pontos

8 – E.E.E.F.M. GETÚLIO PIMENTEL LOUREIRO – SERRA (ES) – 396,81 pontos

9 – E.R. DR. ALFREDO CASTELO BRANCO – ALÉM PARAÍBA (MG) – 396,97 pontos

10 – C.E. LUCAS COÊLHO – BENEDITO LEITE (MA) – 397,20 pontos (343,2 pontos na redação – 370,2 na média)

Dados do imirante

Reconhecimento de paternidade deve ser gratuito, diz CNJ

A averbação do reconhecimento de paternidade deve ser gratuita às pessoas comprovadamente pobres: é este o conteúdo de um provimento editado pela Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça e publicado nesta segunda-feira. Essa medida visa ao incentivo do reconhecimento voluntário da paternidade, campanha que está sendo bastante divulgada em todos os estados brasileiros.

No Maranhão, o projeto “Reconhecer é Amar”, criado através de resolução assinada pelo corregedor-geral da Justiça, Desembargador Cleones Cunha, visa exatamente ao reconhecimento de paternidade voluntário, e tem inspirado muitos juízes a intensificar ações dessa natureza em suas comarcas.

No Maranhão, segundo dados do Censo Escolar de 2010, aproximadamente 450 mil alunos não possuem o nome do pai em suas certidões de nascimento. No Brasil, segundo dados do Censo escolar de 2011, existem cerca de 5,5 milhões de estudantes brasileiros sem o nome do pai na certidão de nascimento.

O “Reconhecer é Amar” é baseado no programa Pai Presente, do Conselho Nacional de Justiça. Este trabalho de reconhecimento voluntário de paternidade está acontecendo em São Luis, cujo posto funciona o Fórum do Calhau, e em comarcas do interior do Estado, a exemplo de Açailândia, Santa Inês, Colinas, Zé Doca, Lago da Pedra, Olho Dágua das Cunhas, e Paraibano. Em diversas outras comarcas, está sendo feito o levantamento junto às escolas das crianças que não têm o nome do pai na certidão de nascimento. No Maranhão, este serviço sempre foi oferecido gratuitamente à população.

GRATUIDADE – Sobre o Provimento que determina a gratuidade do reconhecimento de paternidade, ele atende a uma decisão do Plenário do CNJ, que, ao julgar um Procedimento de Controle Administrativo (PCA), entendeu que “a averbação da paternidade reconhecida no registro de nascimento integra o plexo de direitos da personalidade que conferem dignidade à pessoa humana, razão pela qual sua gratuidade é complemento necessário e indissociável da gratuidade de registro civil, assegurada constitucionalmente aos comprovadamente pobres, com validade em todo o país”.

De acordo com o provimento, assinado pela ministra Eliana Calmon na última semana, a pobreza pode ser demonstrada por uma simples declaração escrita, sem necessidade de qualquer outra formalidade. Nesse caso, determina o provimento, a certidão de nascimento correspondente também deve ser gratuita, e não deve conter qualquer informação que indique a fragilidade econômica da pessoa.

As informações são da CCJ

IBGE: Maranhão tem 6.714.314 habitantes

O Maranhão tem 6.714.314 habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicada nesta sexta-feira (31), no Diário Oficial da União.

As cidades mais populosas do Maranhão são: São Luís, Imperatriz, São José de Ribamar, Timon, Caxias, Paço do Lumiar, Codó, Açailândia, Balsas e Barra do Corda.

O Estado mais populoso, segundo o IBGE, é São Paulo, com 41.901.219 habitantes. Em seguida está Minas Gerais, com 19.855.332. Rio de Janeiro aparece em terceiro lugar, com 16.231.365 habitantes, e a Bahia vem em quarto, com 14.175.341 moradores.

Já o Estado menos populoso é Roraima, com 469.524 habitantes.

Segundo o IBGE, o país possui atualmente 3.191.087 a mais do que em 2010, quando a população chegou a 190.755.799.

No ranking de internet domiciliar Maranhão é o último do país

De acordo com o levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Maranhão é o último estado do país no número de domicílios com internet. Ainda segundo a pesquisa, apenas 11% dos lares maranhenses têm acesso à rede mundial de computadores. O estado é seguido pelo Piauí, com 12,8%, Pará, com 13,7% e Ceará, com 16%.

Para chegar a esses dados, a FGV realizou entrevistas e buscou informações com o auxílio de empresas que oferecem este serviço. De acordo com o responsável pela pesquisa, o especialista em telecomunicações Vincenzo Di Giorgio, o Maranhão ocupa esta posição no ranking devido à posição geográfica do estado considerada desprivilegiada para a distribuição da internet. “Dependendo da ocupação territorial, há uma queda no índice de alcance da internet. É o que ocorre com alguns estados do Nordeste, especialmente o Maranhão. Daí o baixo acesso da população ao que oferece à rede mundial de computadores”, afirmou.

Dados nacionais

Ainda de acordo com estudo da FGV, um terço das casas no Brasil tem acesso à internet. Com isso, o Brasil fica na 63ª posição no ranking global da rede mundial de computadores, do total de 158 países pesquisados. De acordo com o mapa de inclusão digital, 33% dos domicílios no Brasil têm acesso à rede. A Suécia aparece em primeiro lugar, com 97% dos lares conectados, seguida pela Islândia, com 94%, e Dinamarca, com 92%.

De acordo com dados do Governo Federal, o acesso à internet em banda larga quase dobrou em pouco mais de um ano, e já supera 72 milhões de conexões. Para estimular ainda mais a expansão do acesso à internet de alta velocidade, no último mês de maio, a presidente da República, Dilma Rousseff, anunciou que o Governo vai investir, por meio da Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás), na ampliação das redes que levam a internet a todas as regiões do País.

Para o pesquisador, esse caminho adotado pela presidência deverá democratizar, ainda mais, os serviços da internet no país. “Em estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, por exemplo, a população já dispõe de uma de velocidade de conexão superior a um megabyte (MB). É possível não só elevar esse índice, como ainda levar essa velocidade às regiões mais distantes do país”, finalizou.

Estados com mais baixos índices

Maranhão – 11%

Piauí – 12, 8%

Pará – 13,7%

Ceará – 16%

Retroescavadeiras são entregues pelo secretário Luis Fernando

Noventa e nove municípios maranhenses, cuja população é menor que 50 mil habitantes e integram o Programa Territórios da Cidadania, receberam nesta sexta-feira (6) retroescavadeiras entregues pelo secretário-chefe da Casa Civil, Luis Fernando Silva, que na ocasião representou a governadora Roseana Sarney, e pelo representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Sergio Lopes.

As máquinas vão reforçar a infraestrutura dos municípios, melhorar as condições de escoamento da produção da agricultura familiar,bem como a circulação de bens e serviços. A ação beneficia cerca de 1 milhão de moradores da zona rural do estado.

As retroescavadeiras foram doadas ao Maranhão pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por intermédio da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário, um investimento de R$ 17,5 milhões. As máquinas foram adquiridas para a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) no Maranhão.

Contemplados

Os municípios contemplados com as máquinas pertencem às regiões do Alto Turi e Gurupi (17 municípios); Baixada Ocidental (14); Baixo Parnaíba (12); Campos e Lagos (10); Cocais (12); Lençóis Maranhenses (9); Médio Mearim (15) e Vale do Itapecuru (9). Todos os municípios que receberam as retroescavadeiras fazem parte do programa Território da Cidadania, com exceção do município de Bom Jardim

Lava-Bois encerra temporada junina

A temporada junina no Maranhão será oficialmente encerrada neste fim de semana no município de São José de Ribamar. Trata-se do tradicional Lava-Bois, evento organizado pela Prefeitura ribamarense e que, este ano, chega a sua 59º edição.

Ao longo dos dois dias de festa – sábado (07) e domingo (08) – a previsão é de que mais de 100 mil brincantes participem do tradicional evento. A programação completa do Lava-Bois 2012 de São José de Ribamar está disponível no www.saojosederibamar.ma.gov.br

A festa terá início na noite de sábado no Parque Municipal do Folclore Therezinha Jansen, localizado na orla marítima da sede do município. A partir das 18h, a animação ficará por conta das apresentações da Quadrilha Flor Sertaneja, Dança do Boiadeiro Gibão de Couro, Boi da Mocidade Ribamarense; além dos shows de Reinaldinho e Banda, Banda Regional Fênix, Banda Energia, Banda Vadiê e Forrozão Free Lance.

O ponto alto do evento acontece no domingo, quando dezenas de grupos de Bumba- Boi, de todos os sotaques, irão se apresentar na Avenida Gonçalves Dias (principal via da sede da cidade) e no Parque Municipal do Folclore Therezinha Jansen.

Esquemas nas áreas da segurança, trânsito e saúde foram montados pela Prefeitura para oferecer comodidade e tranquilidade aos brincantes. Mais de 200 seguranças privados contratados pelo governo municipal estarão trabalhando nos dois dias da festa. Além disso, cerca de 500 homens da Polícia Militar, além de integrantes do Corpo de Bombeiros, estarão na cidade durante todo fim de semana. É importante ressaltar que no Lava-Bois do ano passado nenhuma ocorrência grave foi registrada pela Polícia Militar.

Fonte: ASSCOM PMSJR

Municípios turísticos do MA são incluídos no Pronatec

Os municípios turísticos de São Luís e Barreirinhas foram incluídos no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec Copa), criado pelo Ministério do Turismo e desenvolvido pelas secretarias de estaduais de Turismo.

No Maranhão, a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) iniciou a promoção e divulgação dos cursos voltados para quem trabalha com turismo e, também, para quem pretende se profissionalizar no setor. Os cursos são presenciais e gratuitos.

A iniciativa vai qualificar profissionais que atuarão na Copa do Mundo de 2014 e inclui 117 municípios. Apesar do Maranhão não ser sede dos jogos, explicou Jura Filho, está sendo incluído pela Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) como destino turístico para visitação durante a copa.

Além das áreas do setor turístico, o Pronatec vai oferecer cursos de capacitação em Inglês e Espanhol. As inscrições são exclusivas para pessoas com idade a partir de 18 anos e se estende até o dia 16 deste mês. Para concorrer, é preciso solicitar a vaga pelo site www.pronatec.turismo.gov.br.

2ª edição do Workshop Visual

Mais do que belas paisagens e atrativos naturais, o Maranhão apresentará seus sabores, belezas e cultura na 2ª edição do Workshop Visual – Um Arraial de Novidades, que acontece na quarta-feira (13) no WTC Convention Center, em São Paulo.

O evento, que deve reunir cerca de 4 mil agentes de viagem de vários estados, conta com a participação do Maranhão por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur) que vai potencializar a cultura como principal atrativo do estado.

Durante o evento, alem da distribuição de material impresso sobre os principais destinos e produtos do Maranhão, vídeos vão mostrar sotaques da brincadeira de bumba-meu-boi, toadas e danças praticadas no estado. O doce de espécie e o guaraná Jesus compõem a participação do Maranhão durante o evento.

Maranhão foi o estado que mais vacinou contra gripe na Região Nordeste

O Maranhão foi o estado que mais imunizou contra o vírus influenza na Região Nordeste, ficando em sexto lugar entre os que mais vacinaram no Brasil. Foram imunizados 82,72% da população alvo da campanha, de acordo com números fornecidos pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), no fim da tarde desta sexta-feira (1º).

Durante os 26 dias de campanha o estado conseguiu imunizar 787.981 pessoas, entre crianças, idosos, gestantes, indígenas e trabalhadores da saúde, público-alvo da vacinação. “Estamos contentes com o resultado, pois disponibilizamos todo o nosso apoio para que os municípios pudessem cumprir suas metas de maneira satisfatória”, celebrou o secretário-adjunto de Vigilância em Saúde, Alberto Carneiro.

Crianças com faixa etária entre seis meses a dois anos foram as mais imunizadas, contabilizando 89,54%. Os trabalhadores em saúde vêm logo a seguir, com 98,08%. Idosos atingiram 81,47%, enquanto as gestantes, 80,41%. A população indígena foi a que menos vacinou: foram imunizados 50,37% dos índios.

Dos 217 municípios maranhenses, 146 atingiram a meta. No entanto, quatro tiveram baixíssima cobertura, ficando abaixo dos 50%. Entre estes estão Timon, São Pedro da Água Branca, Fernando Falcão e Jenipapo dos Vieiras. São Luís foi um dos municípios que ultrapassou a meta, fechando o dia com mais de 81% do público da campanha imunizado.

Para Alberto Carneiro, um dos fatores que contribuíram para o baixo índice vacinal em alguns municípios pode ser atribuído à pouca mobilidade dos gestores municipais. “Infelizmente, as populações destes municípios ficarão mais suscetíveis aos três tipos de vírus os quais a vacina imuniza”, lamenta Alberto Carneiro. “Neste caso, os gestores municipais serão responsabilizados”, completou.